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Morto e desaparecido
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Vitorino Alves Moitinho
Ficha Pessoal  
   
Dados Pessoais  
Nome: Vitorino Alves Moitinho
Estado:
(onde nasceu)
BA
País:
(onde nasceu)
Brasil
Data:
(de nascimento)
3/1/1949
Atividade: Estudante
   
Dados da Militância  
Organização:
(na qual militava)
Partido Comunista Brasileiro Revolucionário PCBR
Brasil
Morto ou Desaparecido:
Desaparecido
27/10/1973
Rio de Janeiro RJ Brasil
Praça Sentinela, Jacarepaguá
Clandestinidade
   
Dados da repressão  
Orgãos de repressão
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Departamento de Operações Internas - Centro de Operações de Defesa Interna/RJ DOI-CODI/RJ RJ Brasil
   
Biografia  
   
Documentos  
Artigo de jornal
Polícia especula, mas nada sabe sobre os casais executados em Jacarepaguá. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 29 out. 1973. p. 4. Dois casais foram metralhados e carbonizados na Praça Sentinela em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, RJ, durante a noite de 27/10/73. Segundo testemunhas, o carro das vítimas estava estacionado quando a rua foi cercada por cerca de oito carros e de um deles saltou um homem. Ele gritou para que todos se afastassem e iniciou tiroteio em direção ao carro com os casais, que chegou a explodir. Não havia documentos nesse carro, apenas um revólver e balas.

Foto
Foto original e preto e branco dos corpos de Ramires Maranhão do Vale, Almir Custódio de Lima e Vitório Alves Moitinho no local de morte.

Relatório
Informação da Divisão de Informações de Segurança da Aeronáutica, para o II Exército e DOPS, de 22/11/73. Consta que em 27/10/73, em tiroteiro com órgãos de segurança do Estado da Guanabara, foram mortos militantes do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR): Ranúsia Alves Rodrigues, Ramirez Maranhão do Valle, Almir Custódio de Lima e Vitorino Alves Moitinho. Possui o carimbo do arquivo do DOPS.

Artigo de revista
Quem matou quem? Veja, São Paulo, 7 nov. 1973, p. 34 e 36. Durante a noite de 27/10/73, dois casais que se encontravam em um carro estacionado da Praça Sentinela em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, RJ, foram cercados por oito ou nove carros. Um homem saltou de um deles, gritou para que todos se afastassem e começou a metralhar o carro com os casais. Uma das moças tentou fugir, mas também foi morta. Em seguida, os assassinos atiraram no carro uma bomba e fugiram rapidamente. Até o momento não se sabia a identificação dos assassinos ou das vítimas, pois nenhum documento foi encontrado, apenas um revólver e balas.

Legislação
Lei 9.140/95. Diário Oficial, Brasília, n. 232, 5 dez. 1995. Reconhece como mortas pessoas desaparecidas em razão de participação, ou acusação de participação, em atividades políticas, entre 02/09/61 a 15/08/79, e que por este motivo tenham sido detidas por agentes públicos, achando-se, desde então, desaparecidas, sem que delas haja notícias. No Anexo I desta Lei foram publicados os nomes das pessoas que se enquadram na descrição acima. Ao todo são 136 nomes.


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