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Virgílio Gomes da Silva
Ficha Pessoal  
   
Dados Pessoais  
Nome: Virgílio Gomes da Silva
Cidade:
(onde nasceu)
Sítio Novo
Estado:
(onde nasceu)
RN
País:
(onde nasceu)
Brasil
Data:
(de nascimento)
15/8/1933
Atividade: Operário
   
Dados da Militância  
Organização:
(na qual militava)
Ação Libertadora Nacional ALN
Brasil
Nome falso:
(Codinome)
Jonas, Carlos, Borges, Aroldo, Joel Ferreira Lima
Prisão: 29/9/1969
São Paulo SP Brasil
Av. Duque de Caxias
0/0/1964
Brasil
Morto ou Desaparecido:
Desaparecido
0/0/1969
OBAN
Clandestinidade
Desaparecido
29/9/1969
Brasil
Segundo Relatório do Ministério da Marinha.
Clandestinidade
   
Dados da repressão  
Orgãos de repressão
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Departamento de Operações Internas - Centro de Operações de Defesa Interna/SP DOI-CODI/SP SP Brasil
Operação Bandeirante OBAN Brasil
Agente da repressão:
(envolvido na morte ou desaparecimento)
, Américo , Benoni Arruda Albernaz , Dalmo Lúcio Muniz Cirillo , Homero César Machado , Inocêncio F. de Matos Beltrão , Maurício Lopes de Lima , Otávio Gonçalves Moreira Junior Otavinho, Paulo Bordim , Paulo Rosa Paulo Bexiga, Tomás , Valdir Coelho
   
Biografia  
   
Documentos  
Artigo de jornal
Terrorista revela ligação de brasileiros com grupo internacional. Correio da Manhã, Rio de Janeiro, 19 fev. 1970. Artigo de imprensa do arquivo do DOPS, que segundo depoimento, confirma que o "terrorismo" no Brasil recebe orientações de Cuba.

Artigo de jornal
Quadro publicado em artigo do jornal O Estado de S. Paulo, São Paulo, 7 set. 1990. Traz os nomes, organização a qual pertenciam e data da morte de militantes, cujos corpos foram encontrados na década de 80 no Cemitério Dom Bosco, em Perus. Entre eles: Luís Eurico Tejera Lisboa, Iuri Xavier Pereira, Alex Xavier Pereira, Sônia Maria Lopes de Moraes Angel Jones, Joaquim Alencar de Seixas, Antônio Benetazzo, Carlos Nicolau Danielli e Gelson Reicher. Também traz as mesmas informações de militantes, cujos corpos podem estar nesse cemitério: Aylton Adalberto Mortati, Hioraki Torigoi, José Roberto Arantes de Almeida, Dimas Antônio Casemiro, Denis Casemiro, Devanir José de Carvalho, Frederico Eduardo Mayr, Flávio Carvalho Molina, José Roman, Honestino Monteiro Guimarães e Virgílio Gomes da Silva.

Artigo de jornal
Os desaparecidos, uma questão que vai persistir. Folha de S. Paulo, São Paulo, 28 jan. 1979. Parte de artigo sobre a questão dos desaparecidos políticos no período da ditadura militar. Segundo generais do Exército, há somente quatro possibilidades de desaparecimento de uma pessoa: ela teria sido executada por sua própria organização, que jogaria a culpa no Exército; ela poderia ficar tão desestruturada mentalmente que romperia com todos os conhecidos e sua família a ajudaria a se mudar para o exterior alegando que seu ente sumiu; o suposto desaparecido seria na verdade um membro infiltrado pelas forças de segurança nacional que, ao terminar seu serviço, fazia plástica e recuperava sua antiga identidade; ou mortos por acidente, mas que o Exército não permitiu a publicidade do fato. Cita uma lista de pessoas dadas como desaparecidas pelas organizações cujas fichas estavam no necrotério de um órgão de segurança em 12/73. São elas: Jorge Leal Gonçalves Pereira, Mário Alves de Souza Vieira, Ruy Carlos Vieira Berbert, Virgílio Gomes da Silva, Aylton Adalberto Mortati, Félix Escobar Sobrinho, Sérgio Landulfo Furtado, Stuart Edgard Angel Jones, Joaquim Pires Cerveira, Ísis Dias de Oliveira, Ramires Maranhão do Vale, Thomas Antônio da Silva Meirelles Neto. Apresenta ainda alguns detalhes controvertidos das histórias dos desaparecidos Edgar de Aquino Duarte, Joaquim Pires Cerveira, João Batista Rita e Paulo Costa Ribeiro Bastos. Também contesta a lista de desaparecidos divulgada pelo Comitê Brasileiro de Anistia em relação aos nomes de Antônio dos Três Reis Oliveira.

Artigo de jornal
Hatori, Elza. Provas confirmam mortes da ditadura. Diário Popular, São Paulo, 1 de ago. 1991, p. 2. Trata da disponibilização do arquivo do DOPS/PR à Prefeitura de São Paulo para a realização de trabalho em Curitiba pela Comissão Especial de Investigação que foi criada por esta Prefeitura para acompanhar o processo das ossadas enterradas no Cemitério Dom Bosco, em Perus, São Paulo. As investigações levaram à confirmação da morte de vítimas da ditadura que não tiveram o óbito assumido pelo regime militar. Foram localizadas 17 fichas de militantes desaparecidos no arquivo do Paraná dentro de uma gaveta com a inscrição "Falecidos". Apesar das fichas e prontuários terem sido localizados em Curitiba, a maior parte destes 17 militantes desapareceu em São Paulo, depois de serem presos e torturados.

Artigo de jornal
STM julga processo de 119 acusados de ações pela ALN. Sem fonte e data. Trata do julgamento do processo da Ação Libertadora Nacional (ALN), grupo de Carlos Marighella, que não foi julgado por ter morrido em tiroteio antes da conclusão do inquérito. O processo resultou em vinte e oito condenados, cinqüenta e dois absolvidos, catorze excluídos, treze banidos e oito pessoas com penas prescritas.

Artigo de jornal
Fiuza e Frota desmentem versão sobre desaparecido. (Sem fonte), de 31 jan. 1980. O general Adir Fiuza de Castro desmente as acusações feitas a ele e ao general Sílvio Frota de serem os responsáveis pelo desaparecimento de Joaquim Pires Cerveira, afirmando que na época do ocorrido já não comandava o DOI-CODI/RJ. No início de 1979 dois generais e mais um oficial que participavam da repressão declararam que alguns dos desaparecidos foram de fato mortos por órgãos de segurança, mas que por alguma razão não podiam assumir o fato publicamente. Foram citados os seguintes desaparecidos: Jorge Leal Gonçalves Pereira, Mário Alves de Souza Vieira, Ruy Carlos Vieira Berbert, Virgílio Gomes da Silva, Aylton Adalberto Mortati, Félix Escobar, Paulo César Botelho Massa, Sérgio Landulfo Furtado, Stuart Edgard Angel Jones, Ísis Dias de Oliveira, Ramires Maranhão do Vale e Thomaz Antônio da Silva Meireles Neto. O general Frota declarou que isso é impossível de ter acontecido no I Exército. Enquanto isso, o Comitê Brasileiro pela Anistia (CBA) continua exigindo que o governo esclareça o desaparecimento de mais de cento e vinte e cinco militantes, após suas prisões.

Artigo de jornal
A semântica da violência. Correio da Manhã, Rio de Janeiro, 3 ago. 1979. p. 5. Entrevista com Antônio Houaiss, lingüista, escritor e diplomata que teve seus direitos políticos cassados na ditadura militar. Ele levanta a seguinte questão: "...Como explicar também que o golpe de 1964, no Brasil, se tenha auto-intitulado 'revolução' para combater a 'subversão', palavras que o bom senso e qualquer dicionário identificam como sinônimos?". Também fala sobre o projeto de anistia do governo, que na realidade não dá a anistia e sim obriga os funcionários públicos cassados a requerê-la assumindo, dessa forma, que fizeram algum ato ilegal no passado e, além disso, não abrange todas as pessoas anistiáveis. O quadro intitulado "Estes 'desaparecidos' foram mortos" traz a informação de que dois generais e um coronel afirmaram que catorze pessoas consideradas desaparecidas políticas foram, de fato, mortas pelo serviço secreto das Forças Armadas. Entre elas estão: Ruy Carlos Vieira Berbert, Mário Alves de Souza Vieira, Jorge Leal Gonçalves Pereira, Virgílio Gomes da Silva, Aylton Adalberto Mortati, Félix Escobar Sobrinho, Paulo César Botelho Massa, Ísis Dias de Oliveira, Stuart Edgar Angel Jones, Joaquim Pires Cerveira, Sérgio Landulfo Furtado, Ramires Maranhão do Vale, Rubens Beirodt Paiva e Thomas Antônio da Silva Meirelles Neto. As mortes foram classificadas por esses militares como acidentes de trabalho. Essa declaração possibilitou identificar "aparelhos" secretos utilizados por oficiais para tortura, como a Fazenda 31 de Março, em Parelheiros, SP, muito usada pelo delegado Sérgio Fleury.

Artigo de jornal
Diário Popular, São Paulo, 1 ago. 1991. "Pista sobre a primeira vítima", "Erundina quer fatos apurados", "Mortos viram nomes de ruas". Trazem informações sobre a primeira pista sobre o assassinato de Virgílio, pedido de Luíza Erundina para que sejam apuradas as circunstâncias em que ocorreram a morte de 17 pessoas, cujas fichas foram localizadas no DOPS/PR e autorização para nomear algumas ruas da cidade de São Paulo com o nome de desaparecidos políticos.

Artigo de jornal
Diário Popular, São Paulo, 24 jul. 1991. "As fichas da Dops vão para Arquivo Público", "Gabeira elogia abertura". Traz informações sobre a abertura do arquivo do DOPS/PR, e algumas informações de Gabeira a respeito de sua amizade com Virgílio.

Artigo de jornal
Martins, Franklyn. As duas mortes de Jonas. O Globo, Rio de Janeiro, 10 maio 1997. Traz a crítica ao filme "O que é isso companheiro?", que trata erroneamente Jonas, codinome de Virgílio, como um monstro. Segundo o autor, Virgílio seria incapaz de agir da maneira que o personagem baseado nele age no filme. Apresenta também uma pequena biografia.

Foto
Foto de rosto, em branco e preto.

Relatório
Documento da 2ª Circunscrição Judiciária Militar (CJM), da 2ª Auditoria de Exército. Traz informações da qualificação e interrogatório de Carlos Eduardo Pires Fleury, preso em 02/12/69. Informa que participava de um grupo que pretendia mudar a ordem social do país. Nos contatos que realizava, conheceu Joaquim Câmara Ferreira e Virgílio Gomes da Silva. Em anexo, auto de qualificação e interrogatório, de 02/12/69, do DOPS/SP.

Relatório
Carta Mensal n. 6, São Paulo, de 31/03/70, incompleta. Documento do arquivo do DOPS, exaltando o esforço do Governo desde 31/03/64, na recuperação econômica, social e moral do país e manifestando a coesão dos que trabalham naquele DOPS frente à luta nesta missão revolucionária. Descreve a ação dos componentes da Ação Libertadora Nacional (ALN), citada como Aliança de Libertação Nacional, e seu confronto com os órgãos de repressão. Dentre os mortos ou desaparecidos políticos, constam neste relatório: Fernando Borges de Paula Ferreira, Luiz Fogaça Balboni e João Domingos da Silva, os dois primeiros mortos e o último ferido, em tiroteio no Largo da Banana (Barra Funda, São Paulo, SP), em 29/07/69, vindo a falecer posteriormente; e Carlos Marighella (morto), Joaquim Câmara Ferreira (foragido), Márcio Beck Machado (teria fugido para Cuba), Virgílio Gomes da Silva (preso) e Carlos Eduardo Pires Fleury (preso), todos citados segundo o cargo que ocupavam na ALN até 1969.

Relatório
Parte de relatório do Exército. Consta que João Leonardo da Silva Rocha foi banido do Brasil em troca de diplomatas seqüestrados. É acusado de aliciamento, de ensino de manejo de metralhadoras e de tentativas de assalto. Consta também que Virgílio Gomes da Silva era o responsável pelo setor armado da Ação Libertadora Nacional (ALN) e que fez curso de guerrilha em Cuba.

Relatório
Parte de relatório de 24/02/70, com relação de pessoas com a prisão preventiva decretada, entre eles Juarez Guimarães de Brito, e de pessoas indiciadas pelo seqüestro do embaixador americano em 06/69, como Stuart Edgard Angel Jones, Virgílio Gomes da Silva e Joaquim Câmara Ferreira. Possui o carimbo do arquivo do DOPS.

Relatório
Documento do Serviço Nacional de Informações (SNI), de 31/10/69, com cópias de vários documentos pessoais de Virgílio.

Relatório
Página 2 de documento com denúncia de organizações de esquerda encontrado no arquivo do DOPS/SP. Possui lista dos brasileiros assassinados pela ditadura militar, cita três brasileiros inválidos e artigo do Estado de São Paulo de 13/05/70, questionando sobre pena de morte no Brasil em virtude de comissão especial de justiça a ser designada para julgar quatro acusados de terrorismo em Olinda, PE, que poderá condená-los à pena de morte. Na lista dos brasileiros assassinados constam: Carlos Marighella, Edson Luiz, José Guimarães, João Roberto, Chael, Padre Henrique (Antônio Henrique), Bernardino Saraiva, Carlos Roberto Zanirato, Carlos Schirmer, José de Souza, João Lucas Alves, Manuel Alves de Oliveira, Pedro Inácio de Araújo, Hamilton Cunha, Severino Melo, Severino Viana Colon, Reinaldo Pimenta, Fernando Ruivo (Fernando Borges de Paula Ferreira), Virgílio Gomes, Mário Alves, além de José Araújo Nóbrega.

Relatório
Relatório produzido pelo Comitê de Solidariedade aos Presos Políticos do Brasil em 02/73. Denuncia mortes de presos políticos aos Bispos do Brasil. Documento apreendido pelo DOPS em poder de Ronaldo Mouth Queiroz.

Ficha pessoal
Documento do DOPS, 18/05/70, com dados pessoais. Informa que Virgílio participou do seqüestro do embaixador Charles B. Elbrick, participou de um curso de guerrilhas em Cuba, foi condenado a prisão e que foi publicado na imprensa que o mesmo morreu sob tortura em 29/09/69.

Ficha pessoal
Documentos do DOPS, sem data. Fornece dados pessoais de Virgílio e informa que é procurado pela Justiça, mencionado em documento apreendido no "aparelho" de Antônio Bicalho Lana, citado nas declarações de Hans Rudolf Jacob Manz e que aparece em lista de desaparecidos divulgada pela Arquidiocese Paulista e publicado na imprensa. Possui os códigos das pastas de onde foram tiradas as informações.

Ficha pessoal
Documento do IML, de 30/09/69. Cópia ilegível.

Documento pessoal
Documento com carimbo do DOPS. Licença para posse de arma em domicílio, de 17/02/66.

Laudo de exame de corpo delito
Laudo de exame do IML/SP, de 07/10/69, realizado por Roberto A. Magalhães e Paulo A. de Queiroz Rocha.

Interrogatório
Informações sobre a vida pregressa e auto de qualificação e de interrogatório de Neusa Queiroz Pereira ao DOPS, de 17/02/70.

Interrogatório
Auto de qualificação e de interrogatório de um preso político ao DOPS, de 13/02/70. Relatou em seu depoimento que transportava Virgílio Gomes da Silva para um sítio e depois de alguns dias voltava para buscá-lo e levá-lo de volta a Ribeirão Preto. Afirma também que escondeu Arno Preis em sua casa durante quinze dias.

Requisição de exame de cadáver
Requisição de exame ao IML/SP, solicitada pelo DOPS/SP em 30/09/69. O corpo, apresentando equimoses, foi encontrado na rua e dado como desconhecido.

Ofício
Documento da Comissão Justiça e Paz de São Paulo, de 26/11/90, à Prefeita de São Paulo, Luíza Erundina, encaminhando depoimento de Francisco Gomes da Silva, irmão de Virgílio, destacando que o último foi sepultado no cemitério de Vila Formosa.

Ofício
Documento do Serviço Nacional de Informações (SNI) de 19/11/69 para difusão a vários órgãos de segurança, com cópias de documentos pessoais.

Depoimento
Depoimento prestado à Comissão Justiça e Paz de São Paulo, por Francisco Gomes da Silva, irmão de Virgílio, em 26/11/90. Francisco afirma que Virgílio foi morto no DOI CODI da Operação Bandeirante e enterrado com o nome de Jonas no cemitério da Vila Formosa, além de dar outras informações sobre as atividades da vítima.

Legislação
Lei 9.140/95. Diário Oficial, Brasília, n. 232, 5 dez. 1995. Reconhece como mortas pessoas desaparecidas em razão de participação, ou acusação de participação, em atividades políticas, entre 02/09/61 a 15/08/79, e que por este motivo tenham sido detidas por agentes públicos, achando-se, desde então, desaparecidas, sem que delas haja notícias. No Anexo I desta Lei foram publicados os nomes das pessoas que se enquadram na descrição acima. Ao todo são 136 nomes.

Certidão
Certidão da Divisão de Segurança e Informações, da Polícia Civil do Paraná, para a Comissão Especial de Investigação das Ossadas encontradas no Cemitério de Perus, de 24/07/91. Certifica que as fichas das pessoas a seguir foram encontradas no arquivo do DOPS, em gaveta com a identificação "Falecidos": Aluísio Palhano Pedreira Ferreira, Hiran de Lima Ferreira, Edgard de Aquino Duarte, Paulo Stuart Wright, Eduardo Collier Filho, Helenira Resende de Sousa Nazareth, Miguel Pereira dos Santos, José Huberto Bronca, Isis Dias de Oliveira, Antônio dos Três Reis Oliveira, Ayrton Adalberto Mortati, Jorge Leal Gonçalves Pereira, Luiz Almeida, Ruy Carlos Vieira Berbert, Joaquim Pires Cerveira, Virgílio Gomes da Silva e Elson da Costa.

Carta
Carta de Tito de Alencar para o presidente da Confederação Evangélica Brasileira (CEB), em 03/70. Critica a negligência de Karl Gottschald, presidente da CEB, com relação aos protestantes que sofrem torturas em presídios brasileiros. Em anexo está o depoimento de Frei Tito sobre as torturas recebidas na OBAN em São Paulo, o que o levaram a tentar o suicídio, e que mataram Chael Charles Schreier e Virgílio Gomes da Silva. Possui o carimbo do arquivo do DOPS.


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