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Paulo Stuart Wright
Ficha Pessoal  
   
Dados Pessoais  
Nome: Paulo Stuart Wright
Cidade:
(onde nasceu)
Joaçaba
Estado:
(onde nasceu)
SC
País:
(onde nasceu)
Brasil
Data:
(de nascimento)
2/6/1933
   
Dados da Militância  
Organização:
(na qual militava)
Ação Popular AP
Brasil
Ação Popular Marxista-Leninista APML
Brasil
Partido Comunista Brasileiro PCB
Brasil
Partido Social Progressista PSP
Brasil
Partido Trabalhista Brasileiro PTB
Brasil
Prisão: 0/9/1973
Morto ou Desaparecido:
Desaparecido
0/9/1973
São Paulo SP Brasil
Clandestinidade
   
Dados da repressão  
Orgãos de repressão
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Departamento de Operações Internas - Centro de Operações de Defesa Interna/SP DOI-CODI/SP SP Brasil
Exército Brasileiro EB Brasil
Operação Bandeirante OBAN Brasil
Agente da repressão:
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Carlos Alberto Brilhante Ustra Tibiriçá, Teodoro Pupo
   
Biografia  
   
Documentos  
Artigo de jornal
Laurindo, Rosemeri. Familiares do ex-deputado querem desvendar o mistério de seu desaparecimento. (Sem fonte e data). Trata da decisão dos familiares de Paulo em requerer o habeas data. Cita também as dificuldades que as famílias interessadas terão em conseguir o mesmo, além do sumiço do material levantado pelo DOPS em Santa Catarina.

Artigo de jornal
Encontrada ficha de Wright. A Notícia, São José do Rio Preto, (sem data). O deputado Vilson Santin, do Partido dos Trabalhadores (PT) e presidente da Comissão Parlamentar Externa (CPE) sobre desaparecidos políticos, recebeu de uma pessoa que pediu para não ser identificada, a cópia de uma ficha policial sobre Paulo Stuart Wright, do Serviço de Informações de Santa Catarina. A ficha inclui informações referentes ao período de 1960 a 1972. O deputado pretende rever o processo de cassação de Stuart de 1964 e reintegrá-lo simbolicamente à Assembléia Legislativa de Santa Catarina.

Artigo de jornal
Cópia da ficha de Paulo Wright é localizada. O Estado, Florianópolis, 11 dez. 1992. Trata da divulgação da ficha policial sobre Paulo Stuart Wright pelo deputado Vilson Santin, presidente da Comissão Parlamentar Externa, que investiga o desaparecimento dos arquivos do extinto DOPS. Para ele, a existência desta cópia prova que os arquivos não foram incinerados, como alegaram algumas autoridades. A Comissão citada já localizou mais de 300 fichas de catarinenses fichados pelos serviços de repressão política, a maioria referente aos anos 80. Apresenta transcrição da ficha de Stuart.

Artigo de jornal
Traições serviram para matar Paulo Wright. Diário Catarinense, Florianópolis, 13 dez. 1992, p. 32. Trata das traições que Paulo sofreu de algumas pessoas da Assembléia Legislativa de Santa Catarina, comenta que o segredo sobre sua morte pode estar em São Paulo e transcreve alguns dados de sua ficha no Serviço de Informação, de Santa Catarina.

Artigo de jornal
Hatori, Elza. Provas confirmam mortes da ditadura. Diário Popular, São Paulo, 1 de ago. 1991, p. 2. Trata da disponibilização do arquivo do DOPS/PR à Prefeitura de São Paulo para a realização de trabalho em Curitiba pela Comissão Especial de Investigação que foi criada por esta Prefeitura para acompanhar o processo das ossadas enterradas no Cemitério Dom Bosco, em Perus, São Paulo. As investigações levaram à confirmação da morte de vítimas da ditadura que não tiveram o óbito assumido pelo regime militar. Foram localizadas 17 fichas de militantes desaparecidos no arquivo do Paraná dentro de uma gaveta com a inscrição "Falecidos". Apesar das fichas e prontuários terem sido localizados em Curitiba, a maior parte destes 17 militantes desapareceu em São Paulo, depois de serem presos e torturados.

Artigo de jornal
"Prontuário" do Deputado Paulo Wright entregue à Assembléia. A Gazeta, Florianóplis, 3 maio 1964. Trata da entrega do prontuário de Paulo à Assembléia Legislativa de Santa Catarina, comunicando que o mesmo será cassado, em função de sua participação nos movimentos esquerdistas no estado.

Artigo de jornal
Sampaio, Nayá. Reportagem do Legislativo. A Gazeta, Florianópolis, 10 maio 1964. Traz o parecer da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça que decidiu pela cassação do mandato do deputado estadual Paulo Stuart Wright. Consta que, em função de farta documentação anexa ao processo, concluiu-se sobre a participação de Paulo em atividades subversivas, consideradas atentórias à estabilidade do "Regime Democrático", atividades estas proibidas pela Lei de Segurança Nacional e pela Constituição Federal.

Artigo de jornal
Assembléia Legislativa: "Dossier" das atividades esquerdistas do Deputado Paulo Wright. A Gazeta, Florianópolis, 6 maio 1964. Artigo incompleto que cita o dossiê, recebido pela Assembléia Legislativa de Santa Catarina, sobre as atividades de Paulo e a possibilidade de que o mesmo tenha seu mandato de deputado estadual cassado. Por tratar-se da capa do jornal, abaixo do nome do mesmo, aparece a frase: "Jornal sem quaisquer ligações partidárias".

Artigo de jornal
O Tribunal manda que se procure deputado desaparecido. Jornal da Tarde, São Paulo, 24 nov. 1973. Ministro do STM define área de direitos humanos. O Estado de São Paulo, 24 nov. 1973. Traz informações sobre o pedido de "habeas corpus" em favor de Paulo Stuart Wright, desaparecido de sua residência, em São Paulo, desde 02/09. O relator do processo queixou-se da falta de informações para julgar, pois muitas vezes recebe respostas vagas e cheias de lacunas, que não fornecem elementos para despachar.

Artigo de jornal
Ex-deputado teve mandato cassado em 64. O Estado, Florianópolis, 23 out. 1988. Trata da dificuldade da família de Paulo Stuart em confirmar que o mesmo foi morto sob tortura durante a ditadura militar. Informa que Paulo Stuart foi um dos fundadores da Ação Popular Marxista-Leninista (APML) e que desapareceu em 1973. Traz ainda um pequeno resumo de suas atividades e do processo de cassação de seu mandato de deputado estadual.

Artigo de jornal
Diário Catarinense, Florianópolis, 13 dez. 1992. "Violência marcou vida de famílias", "Marcas das torturas reavivam a memória", "SC carrega oito cruzes". O primeiro artigo informa como foi o desaparecimento de Lucindo Costa. O segundo traz o depoimento de Derlei Catarina de Luca sobre sua participação na luta contra a ditadura e o último traz o nome de oito vítimas da ditadura que eram do estado de Santa Catarina: João Batista Rita, Arno Preis, Frederico Eduardo Mayr, Paulo Stuart Wright, Lucindo Costa, Luis Eurico Tejera Lisbôa, Rui Pfutzenreuter e Vânio José de Matos.

Foto
Fotos originais e preto e branco de rosto em épocas distintas.

Foto
Foto de Paulo com um de seus filhos ao colo.

Foto
Fotos originais e preto e branco de Paulo com o Presidente João Goulart, em 1963.

Foto
Foto de convenção do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), em 1963. Paulo Stuart está indicado entre os componentes da platéia.

Livro
Comitê Brasileiro de Anistia e Comissão de Familiares de Desaparecidos Políticos Brasileiros - familiares, amigos e ex-militantes da Ação Popular Marxista-Leninista (APML). "Onde estão? - desaparecidos políticos brasileiros". 44 p. Possui a foto de Honestino Monteiro Guimarães à capa, presidente da UNE em 1973 e um dos militantes visados pelo regime militar, além da biografia e documentos referentes a outros mortos ou desaparecidos pela repressão de 1968 a 1973. Material produzido por volta de 1983 como homenagem e instrumento de luta para que estes fatos não voltem a acontecer e para que sejam prestadas contas sobre o paradeiro destas e muitas outras pessoas. Inclui transcrição de alguns artigos de jornais sobre desaparecidos políticos e listas com nomes dos desaparecidos e mortos políticos desde 1964.

Termo de declarações
Depoimento prestado, em 15/10/90, por Delora Jan Wright, sobrinha de Paulo Stuart, à Comissão Justiça e Paz de São Paulo. O depoimento é sobre o desaparecimento de Paulo e contém informações prestadas por outras pessoas que afirmam que Paulo esteve preso no DOI-CODI e foi torturado.

Folheto
Cópia de folheto elaborado por Derlei De Lucca, coordenadora do Comitê Catarinense Pró-Memória dos Mortos e Desaparecidos Políticos de Santa Catarina, em 07/95. Breve relato sobre Paulo Stuart Wright.

Folheto
Documento elaborado provavelmente por familiares, por volta de 1974, denunciando que o seqüestro e o desaparecimento de pessoas presas pela polícia política brasileira não constituem casos isolados. Comunica que a Arquidiocese de São Paulo prepara um dossiê que será enviado ao Vaticano com os nomes e detalhes sobre as prisões arbitrárias e o posterior desaparecimento dos presos. Informa casos de vários desaparecidos, cujos familiares lutam sem sucesso por informações. Cita o desaparecimento precedido de prisão, a 23/02, dos estudantes Eduardo Collier Filho e Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira; a prisão do professor Luiz Ignácio Maranhão em 04/03, presumivelmente pelo delegado Sérgio Fleury e seu posterior desaparecimento; prisão e desaparecimento de David Capistrano, de 60 anos, e José Roman, de 55 anos, acusados de pertencerem ao Partido Comunista Brasileiro (PCB); a prisão, no ano anterior, de Honestino Guimarães, líder estudantil do DCE de Brasília, juntamente com o estudante Humberto Câmara Neto, ambos desaparecidos desde 09/73; o desaparecimento, também nesta época, do deputado cassado em 1964, Paulo Stuart Wright, preso em São Paulo; a prisão dos jovens Alexandre Vannucchi, José Carlos da Mata Machado e Gildo Lacerda e a divulgação na imprensa pelos órgãos de segurança, semanas depois, de suas mortes por "atropelamento" e em "tiroteio com a polícia". Também transcreve alguns trechos da carta enviada ao Ministro da Justiça, Dr. Armando Falcão, em 03/04/74, sobre o desaparecimento de Eduardo Collier Filho e Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira, solicitando que seja informado o paradeiro de ambos.

Ficha pessoal
Documento da Delegacia de Ordem Política Social do Paraná, de 29/09/77. Informa as condenações de Paulo a prisão, que é dirigente nacional da Ação Popular, participou de um curso de guerrilha em Cuba e de capacitação política na Academia Militar de Pequim-China e que foi asilado no México. Artigo do Jornal do Brasil, publicado no Rio de Janeiro, de 29/03/78, noticia que Paulo foi assassinado.

Ficha pessoal
Documento do Serviço de Informação de Santa Catarina, sem data, informando que: Paulo concorreu às eleições municipais em 1960, em Joaçaba, SC, pelo PTB; foi deputado estadual pelo PSP, mas teve seu mandato cassado em 09/05/64, provavelmente tendo se refugiado no México; foi processado e condenado a 8 anos de reclusão; em 1972, encontrava-se nos Estados Unidos. O documento está pouco legível.

Ficha pessoal
Documento do DOPS, sem data. Inclui informações de várias pessoas, inclusive de Paulo Stuart Wright que, em 1970, veio para Porto Alegre, RS, antes das eleições a fim de orientar a campanha do voto nulo, passou pelo esquema de fronteira para o centro do país e participou de estudo marxista na China. Segundo o mesmo documento, encontra-se foragido.

Jornal/ Revista
Parte do Complemento do Boletim Informativo n. 1/78, do Serviço de Polícia do III Exército. Traz lista de pessoas que constam em processos. Consta o nome de Paulo Stuart Wright e a informação de que é falecido. Documento do arquivo do DOPS/PR.

Documento pessoal
Ficha de afiliação de Paulo ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), sem data.

Ofício
Documento da Divisão de Segurança e Informações, do Departamento da Polícia Civil do Paraná. Inclui ofício, de 31/12/73, comunicando encaminhamento de pedido de busca de Paulo Stuart. Em anexo, segue o pedido de busca do Departamento de Polícia Federal, de 13/12/73, com alguns dados pessoais e solicitando localizá-lo.

Ofício
Documento do Serviço Nacional de Informação (SNI), de 20/12/68, sobre o assunto "Atuação de comunista - Paulo Stuart Wright", comunicando envio de informe. Em anexo, informe de 13/12/68, onde consta que Paulo esteve em Joaçaba, SC, em 09/12/68, com destino a Curitiba, PR. Também informa que, em sua ficha encontram-se as informações de que foi deputado estadual pelo PSP na época da "Revolução" e teve seu mandado cassado por decisão da Assembléia Legislativa de Santa Catarina, em 09/05/64.

Ofício
Documento do Serviço Nacional de Informações (SNI), de 01/10/70, ao Delegado Chefe do DEOPS, apontando que Paulo poderia ser um dos elementos aguardados em Montevidéu pela "Tupamaros", organização terrorista uruguaia. O documento apresenta carimbo do DOPS.

Ofício
Documento do Ministério da Aeronáutica de 17/03/75 ao DEOPS/SP. Encaminha os seguintes documentos anexados: relatórios do Serviço de Informação do DOPS/SP sobre Ieda Santos Delgado e Ana Rosa Kucinski que informam que ambas estão envolvidas com pessoas presas ou seqüestradas pela polícia; ofício do Ministério da Aeronáutica ao Centro de Informações da Marinha (CENIMAR), onde discute-se a intensificação das ações dos subversivos contra o governo militar, segundo o documento, através do uso de documentos sem valor para, até em âmbito internacional, responsabilizar o governo pelos desaparecimentos de pessoas; e dois históricos, o primeiro sobre Paulo Stuart Wright, onde consta sua participação na Ação Popular Marxista-Leninista do Brasil (APML do B), informa que como deputado pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB) procurava persuadir trabalhadores e estudantes, teria feito e organizado cursos de guerrilha no exterior, e após tiroteio com a polícia em 1973, conseguiu escapar, encontrando-se foragido. O segundo histórico trata de Umberto de Albuquerque Câmara Neto, informando sua participação na Ação Popular Marxista-Leninista do Brasil (APML do B). Consta que distribuía panfletos subversivos e conclamava os estudantes a se manifestarem contra o governo militar, e também participou do XXX Congresso da UNE em Ibiúna, encontrando-se foragido.

Depoimento
Texto biográfico sobre Paulo Stuart Wright, por sua sobrinha Delora Jan Wright, relativo à Medalha Chico Mendes de Resistência de 1991. Descreve brevemente sua infância até a ida aos Estados Unidos, onde esteve por cinco anos. Pelo seu interesse pela condição operária, trabalhou na construção civil e foi um dos fundadores de um grupo contrário à discriminação racial. Para não participar da Guerra da Coréia e não perder a cidadania brasileira saiu clandestinamente do país voltando, por terra, ao Brasil. Casou-se e foi para São Paulo, engajado num projeto da Igreja Presbiteriana (da qual seus pais eram missionários) nas fábricas paulistas, trabalhando como torneiro mecânico. Voltando para Santa Catarina, ajudou a criar os primeiros sindicatos de Joaçaba. Foi eleito para a Assembléia Legislativa de Santa Catarina, denunciou o controle de grupos tradicionais do Estado sobre a pesca e organizou várias cooperativas que depois reuniu em uma federação, a Fecopesca, para colocar o controle da pesca nas mãos dos pescadores. Em 1963, sofreu atentado a mando do partido de Adhemar de Barros, mas convenceu o ex-sargento contratado para matá-lo de que tal crime seria contrário aos interesses de sua classe. Em 1964, foi cassado pela Assembléia que queria mostrar apoio ao golpe militar. Além disso, policiais corruptos que ele denunciou estavam aguardando vingança após a perda de suas imunidades parlamentares. Deixou Florianópolis logo depois do golpe, asilando-se no México. Voltou um ano depois, ingressando na Ação Popular, onde se tornou um de seus líderes, vivendo os próximos oito anos na clandestinidade. Em 1973, foi seqüestrado e está desaparecido até hoje.

Depoimento
Texto biográfico sobre Paulo Stuart Wright, sem data, por seu irmão Jaime Wright. Descreve a atuação missionária de seus pais que contribuiu para tornar Paulo um cristão inconformado com os sofrimentos e necessidades do seu povo. Descreve a ida aos Estados Unidos, de onde saiu para não participar da Guerra da Coréia, tendo sido procurado pelo FBI por este motivo. Conta o retorno a São Paulo e a morte de seu filho que nasceu desassistido por médicos e enfermeiros. Descreve a luta pela autonomia dos pescadores em Santa Catarina na organização de 27 cooperativas que foram posteriormente reunidas numa federação (Fecopesca) (que inspirou Dias Gomes na novela O Bem Amado, a primeira a cores da Globo). Depois da cassação de seu mandato e o asilo de um ano no México, volta ao Brasil e atua como líder da Ação Popular, movimento originário de egressos dos movimentos estudantis cristão banidos: Juventude Universitária Católica (JUC) e Associação Cristã de Acadêmicos (ACA). Em 1973, foi seqüestrado e morto.

Evento/ Homenagem
História ressuscita sempre seus mártires. Eles são heróis e já pertencem à nossa história. Homenagem em memória dos desaparecidos políticos de Santa Catarina. Entre eles estão: Paulo Stuart Wright, Arno Preis, Luiz Eurico Tejera Lisbôa, João Batista Rita e Ruy Osvaldo Aguiar Pfitzenreuter.

Evento/ Homenagem
Texto sobre a vida de Paulo lido na missa celebrada em 04/09/83, em Criciúma, SC, por Dom Osório, bispo de Tubarão, no mesmo estado.

Evento/ Homenagem
Convite e programação da Semana Pró-Memória dos Catarinenses Mortos e Desaparecidos, em Criciúma, entre os dias 31/08 e 04/09/83. São homenageados: Arno Preis, João Batista Rita, José Lima Piauhy Dourado, Luiz Eurico Tejera, Paulo Stuart Wright e Ruy Oswaldo Pfitezreuter.

Evento/ Homenagem
Celebração litúrgica em memória de Ruy Pfitzenreuter, João Batista Rita, Arno Preis, Luiz Eurico Tejera e Paulo Stuart Wright, em Criciúma, em 04/09/83.

Legislação
Lei 9.140/95. Diário Oficial, Brasília, n. 232, 5 dez. 1995. Reconhece como mortas pessoas desaparecidas em razão de participação, ou acusação de participação, em atividades políticas, entre 02/09/61 a 15/08/79, e que por este motivo tenham sido detidas por agentes públicos, achando-se, desde então, desaparecidas, sem que delas haja notícias. No Anexo I desta Lei foram publicados os nomes das pessoas que se enquadram na descrição acima. Ao todo são 136 nomes.

Certidão
Certidão da Divisão de Segurança e Informações, da Polícia Civil do Paraná, para a Comissão Especial de Investigação das Ossadas encontradas no Cemitério de Perus, de 24/07/91. Certifica que as fichas das pessoas a seguir foram encontradas no arquivo do DOPS, em gaveta com a identificação "Falecidos": Aluísio Palhano Pedreira Ferreira, Hiran de Lima Ferreira, Edgard de Aquino Duarte, Paulo Stuart Wright, Eduardo Collier Filho, Helenira Resende de Sousa Nazareth, Miguel Pereira dos Santos, José Huberto Bronca, Isis Dias de Oliveira, Antônio dos Três Reis Oliveira, Ayrton Adalberto Mortati, Jorge Leal Gonçalves Pereira, Luiz Almeida, Ruy Carlos Vieira Berbert, Joaquim Pires Cerveira, Virgílio Gomes da Silva e Elson da Costa.

Parte de livro
Texto intitulado "A morte de Paulo Stuart Wright", extraído do relatório: "Jornada Camilo Torres en Cuba de 1974", por Enrique Lopez Oliva, Havana, Cuba, com tradução de Derlei Catarina de Luca (coordenadora do Comitê Catarinense Pró-Memória dos Mortos e Desaparecidos Políticos de Santa Catarina). Informa, ao final, que foi recebido no Peru, em 08/04/74 e em São Paulo, em 16/04/74. Acompanha versão original em espanhol.


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