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Morto e desaparecido
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Paulo de Tarso Celestino da Silva
Ficha Pessoal  
   
Dados Pessoais  
Nome: Paulo de Tarso Celestino da Silva
Cidade:
(onde nasceu)
Morrinhos
Estado:
(onde nasceu)
GO
País:
(onde nasceu)
Brasil
Data:
(de nascimento)
26/5/1944
Atividade: Advogado
   
Dados da Militância  
Organização:
(na qual militava)
Ação Libertadora Nacional ALN
Brasil
Nome falso:
(Codinome)
Mauro Ivan Bastos Alvares, Daniel Pedro da Silva
Prisão: 12/7/1971
Rio de Janeiro RJ Brasil
Morto ou Desaparecido:
Desaparecido
0/7/1971
Clandestinidade
   
Dados da repressão  
Orgãos de repressão
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Departamento de Operações Internas - Centro de Operações de Defesa Interna/RJ DOI-CODI/RJ RJ Brasil
Agente da repressão:
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Camarão, Dr. Guilherme, Dr. Roberto, Dr. Teixeira, Lalcato, Zé Gomes
   
Biografia  
   
Documentos  
Artigo de jornal
Sem título. Notícias Populares, São Paulo, 29 de set. 1971. Artigo da Delegacia de Segurança Social. A reportagem fala sobre as atividades de Paulo, como sua participação em curso de guerrilha em Cuba e sua ligação com a Ação Libertadora Nacional (ALN).

Foto
Fotos originais e preto e branco de rosto.

Foto
Foto de rosto em preto e branco sem nitidez.

Relatório
Documento da Divisão de Informações de Segurança do Ministério da Aeronáutica, de 17/10/72. Informa que Paulo César Botelho Massa encontra-se foragido. Consta ainda, nas palavras do relatório em questão, que, segundo o panfleto "Ação", que se intitula "órgão da Ação Libertadora Nacional (ALN)", de 07/08/72, Paulo teria sido assassinado pela "repressão". Neste mesmo panfleto, há acusações aos órgãos de segurança como responsáveis pelo desaparecimento de Ísis Dias de Oliveira, Paulo de Tarso Celestino da Silva Filho e Sérgio Landulfo Furtado (as quais consideram inverdades e ataques infundados). O documento apresenta carimbo do DOPS.

Relatório
Documento do Serviço de Informações do DOPS, de 24/08/72, informando que em 18/05/72 foi prescrita a sentença que condenou Paulo.

Relatório
Documento do Serviço de Informações do DOPS, de 10/01/72. Consta que foi publicado na imprensa o pedido negado pela Justiça Militar de "habeas corpus" impetrado em benefício de Paulo, acusado de depredar prédio público e de participar do "Movimento contra Ditadura". Informa também que o mesmo participou de um Curso de Guerrilha em Cuba e era membro da Ação Libertadora Nacional (ALN). Possui carimbo do DOPS e códigos das pastas de onde foram retiradas as informações de cada parágrafo.

Relatório
Documento do Serviço de Informações de Pernambuco, sem data, informando que em 18/05/72 foi prescrita a sentença que condenou Paulo. O documento está pouco legível.

Relatório
Documento de Serviço de Informações, não especificado, de 19/11/69, informando que foi publicado na imprensa que Paulo participava do movimento de organização e reagrupamento de comunistas, em Brasília, sob o comando de Carlos Marighella.

Relatório
Informação confidencial do Exército, Rio de Janeiro, de 03/02/72, para vários órgãos de segurança sobre a Ação Libertadora Nacional (ALN). Traz o resumo de depoimentos, que segundo a polícia teriam sido prestados por Hélcio Pereira Fortes, morto em São Paulo ao tentar fugir em um "ponto". São citados: Hélcio Pereira Fortes, Arnaldo Cardoso Rocha, Sérgio Landulfo Furtado, Antônio Sérgio de Mattos, Mário de Souza Prata, Marcos Nonato da Fonseca, Paulo de Tarso Celestino da Silva, Aurora Maria do Nascimento, Ísis Dias de Oliveira, Antônio Carlos Nogueira Cabral, Alex e Iuri Xavier Pereira, José Miltom Barbosa, Aldo de Sá Brito, Getúlio d'Oliveira Cabral e James Allen Luz. Há ainda informações sobre vários militantes como Josephina Vargas Hernandes, mulher de Luiz Almeida Araújo, que estaria grávida, morando na Guanabara.

Relatório
Relatório produzido pelo Comitê de Solidariedade aos Presos Políticos do Brasil em 02/73. Denuncia mortes de presos políticos aos Bispos do Brasil. Documento apreendido pelo DOPS em poder de Ronaldo Mouth Queiroz.

Livro
Comitê Brasileiro de Anistia e Comissão de Familiares de Desaparecidos Políticos Brasileiros - familiares, amigos e ex-militantes da Ação Popular Marxista-Leninista (APML). "Onde estão? - desaparecidos políticos brasileiros". 44 p. Possui a foto de Honestino Monteiro Guimarães à capa, presidente da UNE em 1973 e um dos militantes visados pelo regime militar, além da biografia e documentos referentes a outros mortos ou desaparecidos pela repressão de 1968 a 1973. Material produzido por volta de 1983 como homenagem e instrumento de luta para que estes fatos não voltem a acontecer e para que sejam prestadas contas sobre o paradeiro destas e muitas outras pessoas. Inclui transcrição de alguns artigos de jornais sobre desaparecidos políticos e listas com nomes dos desaparecidos e mortos políticos desde 1964.

Ficha pessoal
Documento do Centro de Informações de Pernambuco de 15/01/71. Informa sua participação, em 1970, em curso de guerrilha em Cuba. A condenação pela Justiça Militar, segundo o que este documento informa, foi dada em 01/10/72. No entanto, segundo ainda este documento, a extinção de sua punibilidade foi decretada e despachada pelo juiz auditor, por ter prescrita a sentença dada pela Justiça Militar, em 18/05/72, quatro meses antes de Paulo ser condenado.

Ficha pessoal
Documento da Secretaria da Segurança Pública de Pernambuco com alguns dados pessoais, físicos e fotografia de rosto pouco visível.

Ficha pessoal
Documento de Delegacia Auxiliar de Pernambuco, sem data. Com resumo das atividades de Paulo e sobre a prescrição de sua sentença pela Auditoria Militar em 18/05/72.

Artigo de revista
Longe do ponto final. Isto É, São Paulo, 8 abr. 1987, p. 24-25. Artigo incompleto. O psicanalista Amílcar Lobo, único membro dos grupos de tortura a reconhecer os crimes cometidos, joga novas luzes sobre as torturas ocorridas nos porões do quartel da Polícia do Exército (PE) e sobre pessoas que estão oficialmente desaparecidas e que foram torturadas neste quartel.

Legislação
Lei 9.140/95. Diário Oficial, Brasília, n. 232, 5 dez. 1995. Reconhece como mortas pessoas desaparecidas em razão de participação, ou acusação de participação, em atividades políticas, entre 02/09/61 a 15/08/79, e que por este motivo tenham sido detidas por agentes públicos, achando-se, desde então, desaparecidas, sem que delas haja notícias. No Anexo I desta Lei foram publicados os nomes das pessoas que se enquadram na descrição acima. Ao todo são 136 nomes.

Cartaz
Documento elaborado por familiares de desaparecidos e pelo Comitê Goiano pela Anistia, procurando notícias de Marco Antônio Dias Batista, Honestino Monteiro Guimarães, Paulo de Tarso Celestino da Silva e Ismael de Jesus Silva.


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