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Morto e desaparecido
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Osvaldo Orlando da Costa
Ficha Pessoal  
   
Dados Pessoais  
Nome: Osvaldo Orlando da Costa
Cidade:
(onde nasceu)
Passa Quatro
Estado:
(onde nasceu)
MG
País:
(onde nasceu)
Brasil
Data:
(de nascimento)
27/4/1938
   
Dados da Militância  
Organização:
(na qual militava)
Partido Comunista do Brasil PC do B
Brasil
Nome falso:
(Codinome)
Armando Borges, Armando Pinto, Jorge Ferreira, Osvaldão
Morto ou Desaparecido:
Desaparecido
0/4/1974
PA Brasil
região do Araguaia, perto da localidade de São Domingos
Clandestinidade
Desaparecido
7/2/1974
Segundo Relatório do Ministério do Exército.
Clandestinidade
   
Dados da repressão  
Orgãos de repressão
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Exército Brasileiro EB Brasil
   
Biografia  
   
Documentos  
Foto
Fotos originais e preto e branco de rosto, de corpo inteiro e com outras pessoas.

Depoimento
Anotações de Vitória Grabois sobre a vida de Gilberto Olímpio Maria. Consta que cursou Faculdade de Engenharia de Praga, ex-Tchecoslováquia, junto com Osvaldo Orlando da Costa, o Osvaldão. Ambos regressaram ao Brasil em 1963, militando no Partido Comunista do Brasil (PC do B). Gilberto era também jornalista e escrevia para o jornal comunista "A Classe Operária" até 1964, quando passou a viver na clandestinidade devido ao golpe militar. Foi para o interior do Mato Grosso, onde tentou instalar uma guerrilha, mas foi delatado e voltou a São Paulo, seguindo para a China, em 1966, para um curso de guerrilha. De volta ao Brasil, uniu-se ao grupo de guerrilheiros da região do Araguaia. Junto com Paulo Mendes Rodrigues e seu destacamento, fundou o povoado de São João dos Perdidos, distrito de Conceição do Araguaia. Morou em Porto Franco com João Carlos Haas Sobrinho. Foi morto durante o ataque das Forças Armadas em 25/12/73. É considerado pelo governo como desaparecido.

Depoimento
Biografias dos Guerrilheiros. Osvaldo Orlando da Costa era membro do Partido Comunista do Brasil (PC do B), tendo seus direitos políticos cassados em 1964. Foi um dos primeiros a chegar à região do Araguaia, TO, entre 1966/67. Lá participou de vários combates, estando no grupo que foi atacado pelas Forças Armadas em 25/12/73 e está desaparecido desde meados de 1974. Sobre Dinalva Oliveira Teixeira, consta sua participação no movimento universitário baiano entre 1967 e 1968. Casou-se, mudando-se para o Rio de Janeiro, onde era associada da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Ela e seu marido partiram para o Araguaia em 1970, estando ela desaparecida desde 25/12/73 quando seu grupo foi atacado pelas Forças Armadas.

Legislação
Lei 9.140/95. Diário Oficial, Brasília, n. 232, 5 dez. 1995. Reconhece como mortas pessoas desaparecidas em razão de participação, ou acusação de participação, em atividades políticas, entre 02/09/61 a 15/08/79, e que por este motivo tenham sido detidas por agentes públicos, achando-se, desde então, desaparecidas, sem que delas haja notícias. No Anexo I desta Lei foram publicados os nomes das pessoas que se enquadram na descrição acima. Ao todo são 136 nomes.

Legislação
Lei 9.497/97. Diário Oficial do Município, Campinas, 20 nov. 1997. Atribui nomes de mortos e desaparecidos políticos no período da ditadura militar a ruas dos bairros Vila Esperança, Residencial Cosmo e Residencial Cosmo I.


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