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Morto e desaparecido
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Ísis Dias de Oliveira
Ficha Pessoal  
   
Dados Pessoais  
Nome: Ísis Dias de Oliveira
Data:
(de nascimento)
29/8/1941
Atividade: Estudante universitária
UniversidadeUniversidade de São Paulo USP
   
Dados da Militância  
Organização:
(na qual militava)
Ação Libertadora Nacional ALN
Brasil
Nome falso:
(Codinome)
Fátima
Prisão: 30/1/1972
Rio de Janeiro RJ Brasil
Morto ou Desaparecido:
Desaparecido
0/0/1972
Brasil
Clandestinidade
   
Dados da repressão  
Orgãos de repressão
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Centro de Informações da Marinha CENIMAR Brasil
Departamento de Operações Internas - Centro de Operações de Defesa Interna/RJ DOI-CODI/RJ RJ Brasil
Exército Brasileiro EB Brasil
Quartel da Aeronáutica
   
Biografia  
   
Documentos  
Artigo de jornal
Os desaparecidos, uma questão que vai persistir. Folha de S. Paulo, São Paulo, 28 jan. 1979. Parte de artigo sobre a questão dos desaparecidos políticos no período da ditadura militar. Segundo generais do Exército, há somente quatro possibilidades de desaparecimento de uma pessoa: ela teria sido executada por sua própria organização, que jogaria a culpa no Exército; ela poderia ficar tão desestruturada mentalmente que romperia com todos os conhecidos e sua família a ajudaria a se mudar para o exterior alegando que seu ente sumiu; o suposto desaparecido seria na verdade um membro infiltrado pelas forças de segurança nacional que, ao terminar seu serviço, fazia plástica e recuperava sua antiga identidade; ou mortos por acidente, mas que o Exército não permitiu a publicidade do fato. Cita uma lista de pessoas dadas como desaparecidas pelas organizações cujas fichas estavam no necrotério de um órgão de segurança em 12/73. São elas: Jorge Leal Gonçalves Pereira, Mário Alves de Souza Vieira, Ruy Carlos Vieira Berbert, Virgílio Gomes da Silva, Aylton Adalberto Mortati, Félix Escobar Sobrinho, Sérgio Landulfo Furtado, Stuart Edgard Angel Jones, Joaquim Pires Cerveira, Ísis Dias de Oliveira, Ramires Maranhão do Vale, Thomas Antônio da Silva Meirelles Neto. Apresenta ainda alguns detalhes controvertidos das histórias dos desaparecidos Edgar de Aquino Duarte, Joaquim Pires Cerveira, João Batista Rita e Paulo Costa Ribeiro Bastos. Também contesta a lista de desaparecidos divulgada pelo Comitê Brasileiro de Anistia em relação aos nomes de Antônio dos Três Reis Oliveira.

Artigo de jornal
Hatori, Elza. Provas confirmam mortes da ditadura. Diário Popular, São Paulo, 1 de ago. 1991, p. 2. Trata da disponibilização do arquivo do DOPS/PR à Prefeitura de São Paulo para a realização de trabalho em Curitiba pela Comissão Especial de Investigação que foi criada por esta Prefeitura para acompanhar o processo das ossadas enterradas no Cemitério Dom Bosco, em Perus, São Paulo. As investigações levaram à confirmação da morte de vítimas da ditadura que não tiveram o óbito assumido pelo regime militar. Foram localizadas 17 fichas de militantes desaparecidos no arquivo do Paraná dentro de uma gaveta com a inscrição "Falecidos". Apesar das fichas e prontuários terem sido localizados em Curitiba, a maior parte destes 17 militantes desapareceu em São Paulo, depois de serem presos e torturados.

Artigo de jornal
Fiuza e Frota desmentem versão sobre desaparecido. (Sem fonte), de 31 jan. 1980. O general Adir Fiuza de Castro desmente as acusações feitas a ele e ao general Sílvio Frota de serem os responsáveis pelo desaparecimento de Joaquim Pires Cerveira, afirmando que na época do ocorrido já não comandava o DOI-CODI/RJ. No início de 1979 dois generais e mais um oficial que participavam da repressão declararam que alguns dos desaparecidos foram de fato mortos por órgãos de segurança, mas que por alguma razão não podiam assumir o fato publicamente. Foram citados os seguintes desaparecidos: Jorge Leal Gonçalves Pereira, Mário Alves de Souza Vieira, Ruy Carlos Vieira Berbert, Virgílio Gomes da Silva, Aylton Adalberto Mortati, Félix Escobar, Paulo César Botelho Massa, Sérgio Landulfo Furtado, Stuart Edgard Angel Jones, Ísis Dias de Oliveira, Ramires Maranhão do Vale e Thomaz Antônio da Silva Meireles Neto. O general Frota declarou que isso é impossível de ter acontecido no I Exército. Enquanto isso, o Comitê Brasileiro pela Anistia (CBA) continua exigindo que o governo esclareça o desaparecimento de mais de cento e vinte e cinco militantes, após suas prisões.

Artigo de jornal
A semântica da violência. Correio da Manhã, Rio de Janeiro, 3 ago. 1979. p. 5. Entrevista com Antônio Houaiss, lingüista, escritor e diplomata que teve seus direitos políticos cassados na ditadura militar. Ele levanta a seguinte questão: "...Como explicar também que o golpe de 1964, no Brasil, se tenha auto-intitulado 'revolução' para combater a 'subversão', palavras que o bom senso e qualquer dicionário identificam como sinônimos?". Também fala sobre o projeto de anistia do governo, que na realidade não dá a anistia e sim obriga os funcionários públicos cassados a requerê-la assumindo, dessa forma, que fizeram algum ato ilegal no passado e, além disso, não abrange todas as pessoas anistiáveis. O quadro intitulado "Estes 'desaparecidos' foram mortos" traz a informação de que dois generais e um coronel afirmaram que catorze pessoas consideradas desaparecidas políticas foram, de fato, mortas pelo serviço secreto das Forças Armadas. Entre elas estão: Ruy Carlos Vieira Berbert, Mário Alves de Souza Vieira, Jorge Leal Gonçalves Pereira, Virgílio Gomes da Silva, Aylton Adalberto Mortati, Félix Escobar Sobrinho, Paulo César Botelho Massa, Ísis Dias de Oliveira, Stuart Edgar Angel Jones, Joaquim Pires Cerveira, Sérgio Landulfo Furtado, Ramires Maranhão do Vale, Rubens Beirodt Paiva e Thomas Antônio da Silva Meirelles Neto. As mortes foram classificadas por esses militares como acidentes de trabalho. Essa declaração possibilitou identificar "aparelhos" secretos utilizados por oficiais para tortura, como a Fazenda 31 de Março, em Parelheiros, SP, muito usada pelo delegado Sérgio Fleury.

Artigo de jornal
Os não-anistiados. Jornal da Vila, (Jornal de Bairro da Cidade de São Paulo), setembro de 1979. Trata das buscas que a família realizou para localizar Ísis, e que em 1972 tiveram informação de um órgão oficial de que Ísis estaria morta, mas até hoje seu corpo não foi localizado e sua morte não foi reconhecida. Em anexo texto original com informações mais detalhadas.

Artigo de jornal
Deputado acha que rejeição descaracterizou a Câmara. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 15 abr. 1975. Traz, entre outras coisas, transcrição da carta enviada por Felícia, mãe de Ísis, ao Deputado José Bonifácio, onde é explicitada a indignação da família quanto ao descaso das autoridades em relação ao desaparecimento de sua filha.

Artigo de jornal
As informações do Governo: são as seguintes informações fornecidas pelo Ministro da Justiça ao líder do governo na Câmara, Deputado José Bonifácio. O Globo, Rio de Janeiro, 10 abr. 1975. O artigo é a transcrição das informações que o Exército deu sobre Ísis, que é o resumo das atividades das atividades políticas da mesma.

Foto
Conjunto de fotos de Ísis quando criança, adolescente e adulta, com sua família, em sua 1ª comunhão e na escola.

Relatório
Documento do DOPS/SP, de 08/11/72. Informa que Ísis era associada do Centro de Estudos Sociais, pertencia à Ação Libertadora Nacional (ALN), que foi presa em 31/01/72 tendo seu pedido de habeas corpus publicado na imprensa em 04/03/72, mas o Exército informou que a mesma não se encontrava detida e que em informação do Ministério da Aeronáutica de 06/10/72 consta que Ísis desapareceu na mesma época que Paulo César Botelho Massa. Uma das cópias possui os códigos das pastas de onde foram retiradas as informações de cada parágrafo.

Relatório
Documento do Ministério da Aeronáutica, de 08/12/71. Traz relação de nomes de pessoas que fizeram curso de "terrorismo" em Cuba e de pessoas banidas do território nacional que retornaram ao país, dando continuidade às suas atividades políticas. O documento possui carimbo do DOPS.

Relatório
Documento do Ministério da Aeronáutica, de 06/10/72. Informa que Ísis teria desaparecido na mesma época que Paulo César Botelho Massa. O documento apresenta carimbo do DOPS.

Relatório
Documento do II Exército ao Serviço Secreto, de 03/11/70. Relata a prisão de Joaquim Câmara Ferreira e a análise da documentação apreendida. Joaquim foi preso e tentou reagir, iniciando luta corporal com os policiais. Foi detido para ser interrogado, mas acometido de um ataque cardíaco, foi levado ao hospital, falecendo. Na sua casa foram apreendidas armas e documentos nos quais estavam os planos para ações. Foram também descobertas cartas de outros países, enviadas por militantes da Ação Libertadora Nacional (ALN), sendo possível identificar codinomes de vários subversivos e áreas de treinamento para guerrilha. Entre eles, Antônio Carlos Bicalho Lana, Iuri e Alex Xavier Pereira, Ísis Dias de Oliveira e Carlos Eduardo Pires Fleury. Conclui que Carlos Lamarca esteja na liderança do esquema subversivo internacional e que a ALN está bem estruturada internacionalmente, sendo Cuba o lugar para cursos de guerrilha. Possui o carimbo do arquivo do DOPS.

Relatório
Documento da Divisão de Informações de Segurança do Ministério da Aeronáutica, de 17/10/72. Informa que Paulo César Botelho Massa encontra-se foragido. Consta ainda, nas palavras do relatório em questão, que, segundo o panfleto "Ação", que se intitula "órgão da Ação Libertadora Nacional (ALN)", de 07/08/72, Paulo teria sido assassinado pela "repressão". Neste mesmo panfleto, há acusações aos órgãos de segurança como responsáveis pelo desaparecimento de Ísis Dias de Oliveira, Paulo de Tarso Celestino da Silva Filho e Sérgio Landulfo Furtado (as quais consideram inverdades e ataques infundados). O documento apresenta carimbo do DOPS.

Relatório
Informação confidencial do Exército, Rio de Janeiro, de 03/02/72, para vários órgãos de segurança sobre a Ação Libertadora Nacional (ALN). Traz o resumo de depoimentos, que segundo a polícia teriam sido prestados por Hélcio Pereira Fortes, morto em São Paulo ao tentar fugir em um "ponto". São citados: Hélcio Pereira Fortes, Arnaldo Cardoso Rocha, Sérgio Landulfo Furtado, Antônio Sérgio de Mattos, Mário de Souza Prata, Marcos Nonato da Fonseca, Paulo de Tarso Celestino da Silva, Aurora Maria do Nascimento, Ísis Dias de Oliveira, Antônio Carlos Nogueira Cabral, Alex e Iuri Xavier Pereira, José Miltom Barbosa, Aldo de Sá Brito, Getúlio d'Oliveira Cabral e James Allen Luz. Há ainda informações sobre vários militantes como Josephina Vargas Hernandes, mulher de Luiz Almeida Araújo, que estaria grávida, morando na Guanabara.

Relatório
Parte de documento produzido por organismo internacional, encontrado no arquivo do DOPS/SP, com nomes de pessoas mortas ou desaparecidas pela ditadura militar brasileira, seguidos de texto em inglês indicando alguns dados da morte e fonte da informação, a maioria da Anistia Internacional. São citados, entre outros: Fernando Borges de Paula Ferreira, Fernando Augusto da Fonseca, Gastone L. Beltrão, Gelson Reicher, Gerson Teodoro de Oliveira, Getúlio de Oliveira Cabral, Grenaldo de Jesus Silva, Hamilton Fernando Cunha, Hélcio Pereira Fortes, Heleny Ferreira Teles Guariba, Hiroaki Torigoi, Ísis Dias de Oliveira del Royo e Ismael da Silva de Jesus.

Relatório
Relatório produzido pelo Comitê de Solidariedade aos Presos Políticos do Brasil em 02/73. Denuncia mortes de presos políticos aos Bispos do Brasil. Documento apreendido pelo DOPS em poder de Ronaldo Mouth Queiroz.

Ficha pessoal
Documento da Delegacia de Ordem Política e Social, de 04/02/72. Traz dados pessoais além de informar que Ísis freqüentou curso de sabotagem e terrorismo em Cuba, pertencia a Ação Libertadora Nacional (ALN) e que foi publicada na imprensa que faleceu sob tortura em 30/01/72, no Rio de Janeiro.

Artigo de revista
Longe do ponto final. Isto É, São Paulo, 8 abr. 1987, p. 24-25. Artigo incompleto. O psicanalista Amílcar Lobo, único membro dos grupos de tortura a reconhecer os crimes cometidos, joga novas luzes sobre as torturas ocorridas nos porões do quartel da Polícia do Exército (PE) e sobre pessoas que estão oficialmente desaparecidas e que foram torturadas neste quartel.

Artigo de revista
À procura de Ísis, desaparecida política. Marie Claire, São Paulo, 9 dez. 1991, p. 147-149. Entrevista de Felícia, mãe de Ísis, onde ela narra toda sua luta para descobrir o paradeiro de sua filha, desaparecida desde 30/01/72.

Artigo de revista
Ísis, foragida? De onde? Isto é, São Paulo, 4 out. 1978, p. 44. Informa que Felícia, mãe de Ísis, escreveu uma carta ao deputado José Bonifácio e traz cópia da mesma. Inclui um pequeno artigo onde Alice Frasão Soares, mãe de Ruy Frasão Soares, conta como foi o desaparecimento do mesmo.

Depoimento
Documento do Centro de Informações da Marinha (CENIMAR), de 19/07/72, com declarações dadas pelo pai de Ísis sobre seu relacionamento com a filha, as atividades políticas de Ísis e sua prisão pelo Exército. Documento parcialmente danificado. Possui carimbo do arquivo do DOPS.

Depoimento
Biografia escrita por Felícia Mardini de Oliveira, mãe de Ísis, com dados sobre a vida e militância de sua filha. Em anexo há trechos de entrevistas e artigos publicados em jornais em que o nome de Ísis figura como desaparecida política.

Depoimento
Texto de Alipio Freire. Traz biografia de Ísis, com depoimentos de Felícia, sua mãe.

Depoimento
Texto sobre Ísis escrito por sua prima Olinda Cáceres de Barros em 09/06/80.

Depoimento
Texto produzido por Felícia, mãe de Ísis. Traz alguns dados sobre a família, os sofrimentos causados pelo desaparecimento de Ísis, a busca por informações sobre o seu paradeiro e uma biografia, bastante detalhada, de Ísis.

Produção artística
Coletânea de poemas datilografados, alguns com autoria atribuída a Ísis, outros com autoria não identificada.

Evento/ Homenagem
Convite para missa e reunião com amigos e familiares em homenagem a Ísis Dias de Oliveira, ocorrida em 29/01/97.

Evento/ Homenagem
Mapa do bairro em que se localiza a rua com nome de Ísis. Em anexo foto da placa de identificação da rua.

Evento/ Homenagem
Convites para inauguração da praça Ísis Dias de Oliveira e fotografias do mesmo evento, que se realizou em 11/09/99. O convite se estende também ao lançamento da publicação "Anistia - 20 anos de Luta".

Evento/ Homenagem
Convite para o lançamento do Espaço Cultural Feminista "Ísis Dias de Oliveira", que aconteceu no dia 29/04/94.

Legislação
Lei 9.140/95. Diário Oficial, Brasília, n. 232, 5 dez. 1995. Reconhece como mortas pessoas desaparecidas em razão de participação, ou acusação de participação, em atividades políticas, entre 02/09/61 a 15/08/79, e que por este motivo tenham sido detidas por agentes públicos, achando-se, desde então, desaparecidas, sem que delas haja notícias. No Anexo I desta Lei foram publicados os nomes das pessoas que se enquadram na descrição acima. Ao todo são 136 nomes.

Certidão
Certidão da Divisão de Segurança e Informações, da Polícia Civil do Paraná, para a Comissão Especial de Investigação das Ossadas encontradas no Cemitério de Perus, de 24/07/91. Certifica que as fichas das pessoas a seguir foram encontradas no arquivo do DOPS, em gaveta com a identificação "Falecidos": Aluísio Palhano Pedreira Ferreira, Hiran de Lima Ferreira, Edgard de Aquino Duarte, Paulo Stuart Wright, Eduardo Collier Filho, Helenira Resende de Sousa Nazareth, Miguel Pereira dos Santos, José Huberto Bronca, Isis Dias de Oliveira, Antônio dos Três Reis Oliveira, Ayrton Adalberto Mortati, Jorge Leal Gonçalves Pereira, Luiz Almeida, Ruy Carlos Vieira Berbert, Joaquim Pires Cerveira, Virgílio Gomes da Silva e Elson da Costa.

Parte de livro
Cabral, Reinaldo. Lapa, Ronaldo. (org). Desaparecidos políticos. Rio de Janeiro: Edições Opção - CBA, 1979. p. 221-224. Trata da busca da família por informações sobre o que aconteceu com Ísis e sua biografia.

Carta
Correspondência pessoal de amiga não identificada de Ísis, em Lisboa, 30/10, para Felícia, mãe de Ísis, com informações sobre a possível data e o local de prisão.

Carta
Conjunto de 3 cartas. Uma delas é destinada ao Presidente de República onde a família de Ísis solicita ajuda para localizá-la. Outra é a resposta a uma carta enviada pelo pai de Ísis a um amigo solicitando o mesmo tipo de ajuda e a última é o pedido de um amigo que hospede o pai de Ísis, que viajaria para o Rio de Janeiro, para procurar notícias da filha. Ambas são do ano de 1972.

Carta
Carta de Edmundo Dias de Oliveira, pai de Ísis, a D. Paulo Evaristo Arns, de 29/05/72. Relata as ações da família para tentar descobrir o paradeiro de Ísis.

Carta
Última carta enviada por Ísis à sua família em 23/01/72. Está pouco legível.


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