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Morto e desaparecido
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Hélio Luiz Navarro de Magalhães
Ficha Pessoal  
   
Dados Pessoais  
Nome: Hélio Luiz Navarro de Magalhães
Cidade:
(onde nasceu)
Rio de Janeiro
Estado:
(onde nasceu)
RJ
País:
(onde nasceu)
Brasil
Data:
(de nascimento)
23/11/1949
Atividade: Estudante universitário
UniversidadeUniversidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ
   
Dados da Militância  
Organização:
(na qual militava)
Partido Comunista do Brasil PC do B
Brasil
Nome falso:
(Codinome)
Edinho
Prisão: 14/3/1974
PA Brasil
região do Araguaia
Segundo o Relatório do Ministério da Marinha.
Morto ou Desaparecido:
Desaparecido
14/1/1974
PA Brasil
região do Araguaia
Clandestinidade
Desaparecido
14/3/1974
Data de morte segundo Relatório do Ministério da Marinha.
Clandestinidade
   
Dados da repressão  
   
Biografia  
   
Documentos  
Artigo de jornal
Documento sem fonte e data intitulado: O "código Lindenbergh" na mira dos advogados. O artigo comenta a afirmação feita pelos advogados Idibal Piveta e Paulo Gerab, de que todos os desaparecidos estariam catalogados nos órgãos de segurança sob a sigla "código Lindenbergh". Os advogados contam que em 07/02/75 o então ministro da Justiça, Armando Falcão, publicou dados sobre vinte e três desaparecidos, cuja fonte seria o "código Lindenbergh - 23", que depois de atualizado em maio do mesmo ano passou a chamar-se "código Lindenbergh - 121". Segundo os advogados, esse dossiê teria informações sobre Hélio Luiz Navarro de Magalhães e Ruy Carlos Vieira Berbert. Ruy participou de atividades como o XXX Congresso da UNE, em Ibiúna, SP, sendo condenado pela participação no seqüestro do avião da Varig que ia de Buenos Aires a Santiago, juntamente com Aylton Adalberto Mortati, Maria Augusta Thomaz e Lauriberto José Reyes.

Foto
Foto original e preto e branco de busto.

Artigo de revista
Longe do ponto final. Isto É, São Paulo, 8 abr. 1987, p. 24-25. Artigo incompleto. O psicanalista Amílcar Lobo, único membro dos grupos de tortura a reconhecer os crimes cometidos, joga novas luzes sobre as torturas ocorridas nos porões do quartel da Polícia do Exército (PE) e sobre pessoas que estão oficialmente desaparecidas e que foram torturadas neste quartel.

Legislação
Lei 9.140/95. Diário Oficial, Brasília, n. 232, 5 dez. 1995. Reconhece como mortas pessoas desaparecidas em razão de participação, ou acusação de participação, em atividades políticas, entre 02/09/61 a 15/08/79, e que por este motivo tenham sido detidas por agentes públicos, achando-se, desde então, desaparecidas, sem que delas haja notícias. No Anexo I desta Lei foram publicados os nomes das pessoas que se enquadram na descrição acima. Ao todo são 136 nomes.

Legislação
Lei 9.497/97. Diário Oficial do Município, Campinas, 20 nov. 1997. Atribui nomes de mortos e desaparecidos políticos no período da ditadura militar a ruas dos bairros Vila Esperança, Residencial Cosmo e Residencial Cosmo I.


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