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Morto e desaparecido
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Gilberto Olímpio Maria
Ficha Pessoal  
   
Dados Pessoais  
Nome: Gilberto Olímpio Maria
Cidade:
(onde nasceu)
Mirassol
Estado:
(onde nasceu)
SP
País:
(onde nasceu)
Brasil
Data:
(de nascimento)
11/3/1942
   
Dados da Militância  
Organização:
(na qual militava)
Partido Comunista Brasileiro PCB
Brasil
Partido Comunista do Brasil PC do B
Brasil
Nome falso:
(Codinome)
Pedro
Morto ou Desaparecido:
Desaparecido
25/12/1973
PA Brasil
região do Araguaia, Serra das Andorinhas
Depois de ataque das Forças Armadas ao acampamento.
Clandestinidade
Desaparecido
25/12/1973
Segundo Relatório da Marinha foi morto.
Clandestinidade
   
Dados da repressão  
   
Biografia  
   
Documentos  
Depoimento
Anotações de Vitória Grabois sobre a vida de Gilberto Olímpio Maria. Consta que cursou Faculdade de Engenharia de Praga, ex-Tchecoslováquia, junto com Osvaldo Orlando da Costa, o Osvaldão. Ambos regressaram ao Brasil em 1963, militando no Partido Comunista do Brasil (PC do B). Gilberto era também jornalista e escrevia para o jornal comunista "A Classe Operária" até 1964, quando passou a viver na clandestinidade devido ao golpe militar. Foi para o interior do Mato Grosso, onde tentou instalar uma guerrilha, mas foi delatado e voltou a São Paulo, seguindo para a China, em 1966, para um curso de guerrilha. De volta ao Brasil, uniu-se ao grupo de guerrilheiros da região do Araguaia. Junto com Paulo Mendes Rodrigues e seu destacamento, fundou o povoado de São João dos Perdidos, distrito de Conceição do Araguaia. Morou em Porto Franco com João Carlos Haas Sobrinho. Foi morto durante o ataque das Forças Armadas em 25/12/73. É considerado pelo governo como desaparecido.

Legislação
Decreto n. 31.804 da cidade de São Paulo, conferindo nomes de mortos e desaparecidos políticos no período da ditadura militar a ruas de Cidade Dutra. Diário Oficial do Município, São Paulo, v. 37, n. 120, 27 jun. 1992, p. 7.

Legislação
Lei 9.140/95. Diário Oficial, Brasília, n. 232, 5 dez. 1995. Reconhece como mortas pessoas desaparecidas em razão de participação, ou acusação de participação, em atividades políticas, entre 02/09/61 a 15/08/79, e que por este motivo tenham sido detidas por agentes públicos, achando-se, desde então, desaparecidas, sem que delas haja notícias. No Anexo I desta Lei foram publicados os nomes das pessoas que se enquadram na descrição acima. Ao todo são 136 nomes.

Legislação
Lei 9.497/97. Diário Oficial do Município, Campinas, 20 nov. 1997. Atribui nomes de mortos e desaparecidos políticos no período da ditadura militar a ruas dos bairros Vila Esperança, Residencial Cosmo e Residencial Cosmo I.


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