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Morto e desaparecido
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Bergson Gurjão Farias
Ficha Pessoal  
   
Dados Pessoais  
Nome: Bergson Gurjão Farias
Cidade:
(onde nasceu)
Fortaleza
Estado:
(onde nasceu)
CE
País:
(onde nasceu)
Brasil
Data:
(de nascimento)
17/5/1947
Atividade: Estudante universitário
UniversidadeUniversidade Federal do Ceará UFC
   
Dados da Militância  
Organização:
(na qual militava)
Partido Comunista do Brasil PC do B
Brasil
Nome falso:
(Codinome)
Jorge, Edmilson
Prisão: 9/6/1968
Ibiúna SP Brasil
XXX Congresso da UNE
8/5/1972
Xambioá TO Brasil
região do Araguaia
Morto ou Desaparecido:
Desaparecido
0/6/1972
PA Brasil
região do Araguaia
Segundo Relatório do Ministério da Marinha.
Clandestinidade
   
Dados da repressão  
   
Biografia  
   
Documentos  
Foto
Foto original e preto e branco de busto.

Relatório
Documento do Serviço de Informações do DOPS/SP, de 12/02/75. Informa que Bergson participou do XXX Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Ibiúna, SP e foi indiciado em inquérito relativo a ele, tinha vida política intensa, foi condenado a 2 anos de reclusão e era terrorista e subversivo. Consta no documento o código das pastas de onde essas informações foram retiradas. Inclui outro relatório de 17/12/70.

Relatório
Documento do Serviço Nacional de Informações (SNI)/Agência Central, de 26/01/76, sobre a denúncia de torturas ao Gabinete Civil da Presidência da República. Apresenta diversas informações sobre o movimento de denúncias às torturas no Brasil, inclusive em sua atuação fora do país, baseados em documentos produzidos pelos grupos de esquerda, e apontando a preocupação desta campanha pela "difamação" dos órgãos de segurança e a tentativa de transformar "elementos subversivos" em vítimas. Entre outros, cita o documento com a lista dos "torturadores", apreendido no aparelho de Ronaldo Mouth Queiroz e elaborado pelo Comitê de Solidariedade aos Presos Políticos do Brasil, formado e dirigido pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), que foi encaminhado aos Bispos do Brasil, em 02/73. O relatório também encara como exemplo da idéia fixa de caluniar o fato dos nomes de Bergson Gurjão Farias e Helenira Rezende de Souza Nazareth, mortos em combate na repressão à guerrilha do Araguaia, em 1972, aparecerem nos relatórios de seus companheiros como "presos políticos assassinados sob tortura e tidos como desaparecidos".

Relatório
Parte de documento, recolhido no DOPS, com dados pessoais de pessoas que participaram do XXX Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), realizado em Ibiúna, SP, em 09/06/68.

Relatório
Relatório das circunstâncias da morte de Bergson Gurjão Farias, elaborado pela Comissão dos Familiares dos Mortos e Desaparecidos Políticos, e enviado à Comissão Especial Lei 9.140/95.

Ficha pessoal
Documento da Delegacia Especializada de Ordem Social, com foto de rosto numerada.

Ficha pessoal
Documento do DOPS, sem data. Informa que Bergson era estudante da Universidade Federal do Ceará, participou do XXX Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) e foi condenado a 2 anos de prisão.

Ficha pessoal
Documento do Serviço de Identificação do DOPS, sem data, com dados pessoais, características físicas e impressões digitais.

Ficha pessoal
Documento do Centro de Informações da Marinha (CENIMAR), sem data, com fotos. O documento tem carimbo do DOPS.

Legislação
Decreto n. 31.804 da cidade de São Paulo, conferindo nomes de mortos e desaparecidos políticos no período da ditadura militar a ruas de Cidade Dutra. Diário Oficial do Município, São Paulo, v. 37, n. 120, 27 jun. 1992, p. 7.

Legislação
Lei 9.140/95. Diário Oficial, Brasília, n. 232, 5 dez. 1995. Reconhece como mortas pessoas desaparecidas em razão de participação, ou acusação de participação, em atividades políticas, entre 02/09/61 a 15/08/79, e que por este motivo tenham sido detidas por agentes públicos, achando-se, desde então, desaparecidas, sem que delas haja notícias. No Anexo I desta Lei foram publicados os nomes das pessoas que se enquadram na descrição acima. Ao todo são 136 nomes.

Legislação
Lei 9.497/97. Diário Oficial do Município, Campinas, 20 nov. 1997. Atribui nomes de mortos e desaparecidos políticos no período da ditadura militar a ruas dos bairros Vila Esperança, Residencial Cosmo e Residencial Cosmo I.


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