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Morto e desaparecido
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Maria Auxiliadora Lara Barcelos
Ficha Pessoal  
   
Dados Pessoais  
Nome: Maria Auxiliadora Lara Barcelos
Cidade:
(onde nasceu)
Antônio Dias
Estado:
(onde nasceu)
MG
País:
(onde nasceu)
Brasil
Data:
(de nascimento)
25/3/1945
Atividade: Estudante universitária
UniversidadeUniversidade Federal de Minas Gerais UFMG
   
Dados da Militância  
Organização:
(na qual militava)
Vanguarda Armada Revolucionária Palmares VAR-Palmares
Brasil
Nome falso:
(Codinome)
Dodora, Maria Alice, Maria Eugênia, Chica, Laura, Maria Auxiliadora Montenegro, Maria Carolina Montenegro
Prisão: 21/11/1969
Rio de Janeiro RJ Brasil
em casa, na R. Aquibadã, 1053, Lins de Vasconcelos
Morto ou Desaparecido:
Morto
0/0/1974
Berlim Ocidental Alemanha Ocidental
Cometeu suicídio, jogando-se nos trilhos do metrô.
Clandestinidade
   
Dados da repressão  
Orgãos de repressão
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Polícia do Exército PE Brasil
   
Biografia  
   
Documentos  
Artigo de jornal
STM pede todos os processos para dar anistia aos revéis. Folha de S. Paulo, São Paulo, 22 set. 1979. Segundo o Superior Tribunal Militar (STM), os réus que foram julgados à revelia devem ser beneficiados pela Lei da Anistia. No Rio de Janeiro já foram anistiadas várias pessoas condenadas por crimes contra a segurança nacional, entre eles: Ruy Carlos Vieira Berbet, Maria Augusta Thomaz, Mariano Joaquim da Silva e Maria Auxiliadora Lara Barcelos. Em Brasília foram beneficiadas quatro pessoas e, em São Paulo, foram concedidos dois livramentos condicionais.

Foto
Documento com foto do rosto de Maria Auxiliadora Lara Barcelos e suas impressões digitais.

Relatório
Documento do DOPS/SP, de 13/05/70. Informa que Chael participou da organização da defesa do CRUSP, foi preso pelo DEIC, pois estava portando armas, era integrante da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Foi preso juntamente com Antônio Roberto Espinosa e Maria Auxiliadora de Lara Barcelos, mas ambos resistiram à prisão e foram feridos, sendo que Chael veio a falecer devido a um ataque cardíaco no Hospital Central do Exército (HCE). Uma das cópias tem os códigos de onde as informações foram retiradas e a outra possui fotografia de rosto.

Relatório
Documento do II Exército, de 30/12/69. Informa a prisão de Antônio Roberto Espinosa, Maria Auxiliadora Lara Barcelos e Chael Charles Schereir e que, devido a documentos apreendidos com os mesmos, o Exército desconfia que as organizações de esquerda pretendiam pôr em prática um "terrorismo seletivo".


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