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Morto e desaparecido
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Luíz Guilhardini
Ficha Pessoal  
   
Dados Pessoais  
Nome: Luíz Guilhardini
Cidade:
(onde nasceu)
Santos
Estado:
(onde nasceu)
SP
País:
(onde nasceu)
Brasil
Data:
(de nascimento)
/1920
Atividade: Jornalista, metalúrgico, marítimo
   
Dados da Militância  
Organização:
(na qual militava)
Partido Comunista do Brasil PC do B
Brasil
Prisão: 4/1/1973
Rio de Janeiro RJ Brasil
em casa, R. Guararema, n.62
Morto ou Desaparecido:
Morto
1/1/1973
Segundo certidão de óbito.
Clandestinidade
   
Dados da repressão  
Orgãos de repressão
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Departamento de Operações Internas - Centro de Operações de Defesa Interna/RJ DOI-CODI/RJ RJ Brasil
Médico legista:
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Rubens Pedro Macuco Janini, Salim Raphael Balassiano
   
Biografia  
   
Documentos  
Foto
Foto ampliada com pequeno texto em espanhol que conta que Carlos Nicolau Danielli foi assassinado pela ditadura, assim como Lincoln Oest e Luis Guilhardini.

Foto
Foto do corpo encontrada no IML/RJ.

Relatório
Relatório do Serviço Secreto do DOPS/SP de 06/08/68. Informa que Luis Guilhardini foi citado em artigo do jornal O Estado de S. Paulo, de 21/05/66, como comunista que teve seus direitos políticos suspensos, e também, no informe do Centro de Informações da Marinha (CENIMAR), de 27/05/68, como membro do PCB e que se encontra em Brasília montando uma casa comercial.

Relatório
Relatório das circunstâncias da morte de Luís Guilhardini, elaborado pela Comissão dos Familiares dos Mortos e Desaparecidos Políticos, e enviado à Comissão Especial Lei 9.140/95.

Depoimento
Depoimento escrito por Gino Ayres Ghilhardini, filho de Luis Ghilhardini, em 11/02/96, assinado e registrado em cartório de Criciúma. Relata o ocorrido em 04/01/73, quando seu pai foi preso em casa, sendo torturado ali mesmo na presença da esposa e do filho. Conta a luta para encontrar o paradeiro do corpo de Luis (o que não conseguiram) e a difícil vida que levaram até a Lei da Anistia, em 1979.

Evento/ Homenagem
Homenagem do Comitê Brasileiro pela Anistia de São Paulo e Rio de Janeiro a Carlos Nicolau Danielli, por ocasião do translado dos seus restos mortais de São Paulo para Niterói, entre 10 e 11/04/81. Carlos iniciou sua militância aos quinze anos no movimento operário carioca; em 1948 tornou-se membro do Partido Comunista do Brasil (PCB), sendo em 1954 eleito membro do Comitê Central e em 1962 eleito membro da Comissão Executiva. Foi assassinado durante sessão de torturas em 30/12/72. A homenagem se estende a outros membros do PC do B que foram mortos pela repressão entre 1972 e 1973: Lincoln Oest, Luís Guilhardini e Lincoln Bicalho Roque.

Legislação
Comissão Especial de Desaparecidos Políticos. Diário Oficial, Brasília, n. 45, 6 mar. 1996. p. 3711. Apresenta os nomes de pessoas reconhecidas pela Comissão Especial da Lei 9.140/95. Esta lei reconhece como mortas pessoas desaparecidas em razão de participação, ou acusação de participação, em atividades políticas, entre 02/09/61 a 15/08/79.

Parte de livro
Teles, Janaína (org.). Mortos e desaparecidos políticos: reparação ou impunidade? São Paulo: Humanitas - FFLCH/USP, 2000. p.172-176. Lista de nomes dos presos políticos cujas famílias receberam indenização do governo por este ter assumido a responsabilidade pela morte ou desaparecimento dos mesmos.


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