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Morto e desaparecido
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Iara Iavelberg
Ficha Pessoal  
   
Dados Pessoais  
Nome: Iara Iavelberg
Cidade:
(onde nasceu)
São Paulo
Estado:
(onde nasceu)
SP
País:
(onde nasceu)
Brasil
Data:
(de nascimento)
7/5/1944
Atividade: Psicóloga e professora universitária
UniversidadeUniversidade de São Paulo USP
   
Dados da Militância  
Organização:
(na qual militava)
Movimento Revolucionário 8 de Outubro MR-8
Brasil
Vanguarda Popular Revolucionária VPR
Brasil
Nome falso:
(Codinome)
Márcia, Cláudia, Leda, Rita, Célia
Morto ou Desaparecido:
Morto
20/8/1971
Salvador BA Brasil
DOPS/BA
Segundo presos políticos, foi morta sob tortura.
Clandestinidade
Morto
6/8/1971
Salvador BA Brasil
Segundo Relatório do Ministério da Aeronáutica, suicidou-se no interior de uma residência quando esta foi cercada pela polícia.
Clandestinidade
Morto
20/8/1971
Salvador BA Brasil
Segundo moradores do prédio, foi baleada pela Polícia Federal no interior de uma residência.
Clandestinidade
   
Dados da repressão  
Orgãos de repressão
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Departamento (Estadual) de Ordem Política e Social/BA DOPS/BA ou DEOPS/BA Salvador BA Brasil
Departamento de Operações Internas - Centro de Operações de Defesa Interna/RJ DOI-CODI/RJ RJ Brasil
Médico legista:
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Charles Pittex
   
Biografia  
   
Documentos  
Artigo de jornal
Folha de S. Paulo, São Paulo, 27 ago. 1979, p. 4-6. "Como a guerrilha, cercada, escapou do Vale do Ribeira", "Depois de 40 dias, o rompimento do cerco". Traz informações sobre um centro de treinamento da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), localizado no Vale do Ribeira, o cerco que foi feito pelas forças armadas para desintegrá-lo e o confronto conseqüente do mesmo.

Artigo de jornal
Autópsia põe em dúvida suicídio de Iara. Folha de S. Paulo, São Paulo, 2 nov. 1997. Trata do laudo enviado pelo IML de Salvador, BA, à Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos que analisa indenizações a familiares de vítimas do regime militar e contesta versão oficial de que Iara Iavelberg teria se suicidado com um tiro no peito. Da mesma forma, membro desta Comissão diz que foram desmentidas mais de 120 versões de mortes divulgadas pelos militares. O artigo conta a vida e militância de Iara, que viveu com o líder guerrilheiro Lamarca.

Artigo de jornal
O terrorismo ataca o hospital. Jornal da Tarde, São Paulo, 11 dez. 1970. Reportagem sobre assalto ao Banco Itaú que funciona no Hospital Nossa Senhora da Conceição em Porto Alegre, RS. A polícia suspeita de alguns "terroristas", já envolvidos em seqüestros e assaltos. Falta continuação da reportagem.

Foto
Foto original e preto e branco de rosto.

Relatório
Documento do DOPS/SP, com papel timbrado deste órgão, de 08/05/73, sobre inauguração do túmulo de Iara no Cemitério Israelita, no dia 06/05/73, onde informante, cuja assinatura não torna possível identificação, relata haver dezenas de pessoas, não ocorrendo nada de anormal. Acompanha cópia sem papel timbrado e assinatura.

Relatório
Documento do DOPS/SP de 10/02/71, com citações do nome de Iara Iavelberg em declarações prestadas por outras pessoas e em outros documentos que indicam que Iara é companheira de Lamarca e pertencente à Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). Possui uma cópia com códigos da pasta do DOPS de onde foram retiradas as informações para cada parágrafo. Ambas estão com o papel da parte inferior danificado.

Relatório
Relatório das circunstâncias da morte de Iara Iavelberg, elaborado pela Comissão dos Familiares dos Mortos e Desaparecidos Políticos em 13/05/96, e enviado à Comissão Especial Lei 9.140/95.

Ficha pessoal
Documento da Delegacia de Ordem Política e Social de 04/12/70 com dados pessoais e de militância. Indica "Falecida" manuscrito no topo do documento à direita.

Artigo de revista
História revisitada. Veja, São Paulo, 12 ago. 1992, p. 7-10. Entrevista com Judith Patarra, autora do livro "Iara", em que comenta o comportamento e os ideais da geração militante e a minissérie Anos Rebeldes, produzida pela Rede Globo.

Cartaz
Documento intitulado "Bandidos terroristas procurados pelos órgãos de Segurança Nacional", exibindo várias fotos seguidas de nome, codinome e organização de cada pessoa. Possui carimbo do DOPS.


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