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Eduardo Collen Leite (Bacuri)
Ficha Pessoal  
   
Dados Pessoais  
Nome: Eduardo Collen Leite (Bacuri)
Cidade:
(onde nasceu)
Campo Belo
Estado:
(onde nasceu)
MG
País:
(onde nasceu)
Brasil
Data:
(de nascimento)
25/8/1945
Atividade: Técnico em Telefonia
   
Dados da Militância  
Organização:
(na qual militava)
Ação Libertadora Nacional ALN
Brasil
Política Operária POLOP
Brasil
Resistência Democrática REDE
Brasil
Vanguarda Popular Revolucionária VPR
Brasil
Nome falso:
(Codinome)
Bacuri, Edson Alves Souza, Edson Cerqueira Matos, Wladimir Cavalheiro, Milton Gabbai, Euclides Machado Moura, Basílio, Sebastião, Américo, Jorge
Prisão: 21/8/1970
Rio de Janeiro RJ Brasil
em casa
Morto ou Desaparecido:
Morto
8/12/1970
São Paulo SP Brasil
sítio do Delegado Sérgio Fleury
Versão oficial relata morte em tiroteio nas imediações da cidade de São Sebastião, no litoral paulista.
Clandestinidade
   
Dados da repressão  
Orgãos de repressão
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Centro de Informações da Marinha CENIMAR Brasil
Departamento (Estadual) de Ordem Política e Social/SP DOPS/SP ou DEOPS/SP SP Brasil
Departamento de Operações Internas - Centro de Operações de Defesa Interna/RJ DOI-CODI/RJ RJ Brasil
Departamento de Operações Internas - Centro de Operações de Defesa Interna/SP DOI-CODI/SP SP Brasil
Polícia Civil Brasil
Agente da repressão:
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Carlinhos Metralha, Ademar Augusto de Oliveira Fininho, Astorige Corrêa de Paula e Silva Correinha, Chiari , João Carlos Trali Traile, José Arari Dias de Melo , José Carlos Campos Filho Campão, Luiz Gonzaga dos Santos Barbosa , Sérgio Paranhos Fleury
Médico legista:
(envolvido na morte ou desaparecimento)
Aloysio Fernandes, Décio Brandão Camargo
   
Biografia  
   
Documentos  
Artigo de jornal
Parte de artigo, sem título, do Jornal Movimento, São Paulo, 27 ago./ 9 set. 1979, p. 9. Descreve a forma como a polícia encobria as mortes de presos políticos por tortura. Segundo depoimento de um ex-funcionário do IML, num primeiro momento os próprios policiais levavam os corpos para serem enterrados na Estrada Velha de Cotia, em São Paulo. Mais tarde, foi necessário sofisticar os métodos e o preso era enterrado com seu nome falso. Isto também se tornou falho pois algum militante poderia denunciar os nomes. Veio então a terceira fase, quando os policiais passaram a montar verdadeiras operações de substituição de cadáveres, uma vez que os corpos de indigentes ficavam até 40 dias aguardando identificação no IML. No caso de Alexandre Vannucchi Leme, as testemunhas da morte de fato viram o atropelamento de um indivíduo. Já Susana Lisbôa não encontrou nenhuma foto do marido Luiz Eurico Tejera no IML e foi informada de que só fotografavam corpos de desconhecidos; no entanto, Luiz foi enterrado como indigente. Norberto Nehring, preso e morto no cárcere pela ação de Fleury, teve seu corpo trocado pelo próprio Fleury que se aproveitou do suicídio de um estrangeiro num hotel próximo à sede do DOPS. Eduardo Leite, o Bacuri, foi entregue à família com a versão de morte em tiroteio; mas, sem a "máquina de atestados", como explicar os dois olhos vazados, as orelhas decepadas e todos os dentes arrancados? O corpo de Luís Eduardo Merlino foi em vão procurado pelos seus familiares no IML até que um parente burlou a vigilância e abriu gaveta a gaveta, encontrando o que buscava. Caso semelhante foi o do estudante Manoel Lisboa de Moura, torturado e morto, noticiado como morte devido a tiroteio. No Cemitério Dom Bosco, de Perus, estão enterrados vários desaparecidos que a polícia não assumiu sequer a prisão: Luiz Eurico, Dênis Casemiro, Iuri Xavier Pereira, Alex Gomes de Paula (de fato, Alex de Paula Xavier Pereira, enterrado com o nome falso de João Maria de Freitas) e, provavelmente, Alexandre Vannucchi Leme. O IML era peça fundamental nestas operações e, por isso, uma das principais manifestações dos médicos que lutam pelo fim do aparelho repressivo do Estado é a não subordinação do IML à Secretaria de Segurança Pública.

Artigo de jornal
A morte de Eduardo Leite, o Bacuri. Jornal da Tarde, São Paulo, 9 dez. 1970. Informa que o DOPS de Santos distribuiu um comunicado sobre a morte de Eduardo. Segundo a nota, Eduardo Leite foi localizado por uma diligência empreendida em São Sebastião, SP, a partir de informações colhidas em documentos apreendidos pertencentes a Yoshitane Fujimori. Eduardo Leite estaria escondido desde a prisão do líder Joaquim Câmara Ferreira, em 10/70, e fugiu um pouco antes do cerco ao seu refúgio, mas foi alcançado, vindo a morrer em tiroteio com seus perseguidores.

Artigo de jornal
Diário do Congresso Nacional, Brasília, 28 jun. 1983, p.1224. Apresenta discurso de José Genoíno, do Partido dos Trabalhadores (PT), por ocasião das repercussões da demissão de Luís Gonzaga dos Santos da direção da Penitenciária de São Paulo, quando leu o artigo publicado pela Folha de S. Paulo, de 22/06/83, de autoria do sociólogo Vinícius Caldeira Brant. O autor do artigo descreve as arbitrariedades cometidas pelo então diretor daquela Penitenciária, com relação à prisão, tortura e morte de Eduardo Leite, um mês depois, anunciada como decorrente de um tiroteio.

Artigo de jornal
Brant, Vinícius Caldeira. Queixar-se ao Bispo: esperança. (Sem fonte e data, provavelmente 1982), p. 9. Doze anos depois, Vinícius Caldeira Brant afirma que teve notícias pela primeira vez do Arcebispo D. Paulo Evaristo Arns, por Eduardo Leite, que estava preso em uma solitária do "fundão" do DOPS, quando este soube que os jornais estavam noticiando sua fuga na véspera. O autor, companheiro de prisão de Eduardo, soube por ele, que D. Paulo era de confiança do povo da periferia por ele lutar de fato pelos direitos humanos. Cita que Eduardo Leite não só foi morto, mas "estraçalhado" umas semanas depois. Discorre então sobre a atuação de Dom Paulo no arcebispado de São Paulo, considerando-o como um sinal de esperança desde então.

Foto
Fotos originais preto e branco, sendo uma ampliada, de rosto de Eduardo em épocas distintas.

Foto
Documento do arquivo do DOPS com fotos de rosto, pouco definidas, de diversos militantes, como Gerson Theodoro da Silva (supostamente Gerson Theodoro de Oliveira), Eduardo Leite, José Milton Barbosa, entre outros.

Relatório
Documento do Serviço de Informações, da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, de 11/12/70. Trata-se de relatório do arquivo do DOPS, sobre Eduardo Leite, o Bacuri. Afirma que Eduardo Leite é membro da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e que teria participado do planejamento e seqüestro do Cônsul japonês. Cita relatório de 07/05/70, segundo o qual, quatro grupos agem em São Paulo, sendo um deles denominado REDE, chefiado por Eduardo Leite. Também cita que seu nome é mencionado em vários documentos apreendidos em poder de Joaquim Câmara Ferreira, arquivados em 11/11/70 e que consta da relação de presos, de 19/10/70, à disposição do DOPS.

Relatório
Documento do Serviço Secreto do DOPS, sem data, intitulado "Relação de vulgos conhecidos integrantes da VPR". A lista apresenta 40 codinomes em ordem alfabética, seguidos de respectivos nomes, quando identificados. Dentre eles, constam Onofre Pinto, Eduardo Leite, Carlos Roberto Zanirato, Antônio Raymundo Lucena, Yoshitane Fujimori, Hamilton Fernando da Cunha e Carlos Lamarca.

Relatório
Documento do Serviço de Informações do DOPS sobre Hiroaki Torigoi, enviado ao Poder Judiciário em 11/01/72. Segundo este documento, Hiroaki foi aluno da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, quando participou de movimentos estudantis. Cita o informe de 28/12/69 sobre a situação da Faculdade citada, onde são solicitadas averiguações de vários companheiros de Chael Charles Schreier, entre eles, Hiroaki Torigoi. Além disso, informa que Hiroaki atuava em assaltos e panfletagens, participou da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e da Ação Libertadora Nacional (ALN) e de atentado ao Consulado Americano. Dentre as ações "subversivas", informa que foi um dos participantes do assalto contra a perua do Banco Nacional de Minas Gerais, na Lapa, São Paulo, SP, em 1970, quando teria auxiliado Eduardo Leite a conduzir o ferido Ari Rocha Miranda para o seu "aparelho". O documento possui códigos das pastas de onde foram retiradas as informações de cada parágrafo.

Relatório
Lista do DOPS contendo 70 itens com nomes de pessoas (muitos se repetem), seguidos de codinomes e condição (preso, liberado, banido ou morto). Dez desses nomes podem ser identificados dentre os mortos e desaparecidos políticos pela ditadura militar: Helenira Rezende de Souza Nazareth, Yoshitane Fujimori, Carlos Lamarca, Eremias Delizoicov, Eduardo Collen Leite, Joaquim Câmara Ferreira, Arno Preis, Maria Augusta Thomaz, Márcio Beck Machado, Aylton Adalberto Mortati.

Relatório
Documento do arquivo do DOPS, de 1969, do julgamento de processo do Conselho Permanente de Justiça do Exército. Declara encerrado o processo com relação aos acusados banidos Onofre Pinto e João Leonardo da Silva Rocha, entre outros, e extingüe a punibilidade de Antônio Raymundo Lucena, Arno Preis, Carlos Lamarca, Eduardo Leite, José Raimundo da Costa, Joaquim Câmara Ferreira, entre outros.

Relatório
Documento da Divisão de Informações do DOPS/SP, sobre Onofre Pinto. Consta que Onofre foi indiciado por assalto ao Quartel de Quitaúna, em 05/09/64, e teve seus direitos políticos cassados e sua prisão preventiva declarada em 1964 e em 1965. Em 30/12/67, com Antônio Raymundo de Lucena e outros, participou de assalto a um depósito de dinamites e bombas em Cajamar, SP. Em 1968, participou de atentado à bomba a O Estado de São Paulo, ataque ao quartel da Força Pública do Estado de São Paulo (FPESP) do Barro Branco, atentado ao quartel general do II Exército. Há depoimentos que afirmam que Onofre mantinha encontros com pessoas cassadas pela "Revolução de 1964". Foi preso em 02/03/69 pelo DOPS e Exército e em 05/09/69, foi trocado pela vida do embaixador Charles Bruce Elbrick e banido do Brasil, com destino ao México. Consta também entrevista concedida ao jornal Gramma, editado pelo Comitê Central do Partido Comunista Cubano, onde Onofre comentou a identidade existente entre o grupo de Carlos Lamarca e o de Carlos Marighella. Afirma que Onofre tinha planos para retornar ao Brasil no início de 02/70, com a cobertura do deputado comunista uruguaio Ariel Collazo. Há ainda informações colhidas em autos de qualificação e interrogatório de outras pessoas sobre Onofre, entre elas Eduardo Leite, sobre suas relações e ações subversivas. Consta ainda que em 09/08/74, a irmã de Onofre, Judi Moreira, tirou férias para encontrar-se com ele, que já estaria no Brasil. Uma das cópias possui os códigos das pastas de onde foram retiradas as informações de cada parágrafo e a outra cópia está danificada, incompleta, não possui estes códigos de localização e apresenta carimbo do Setor de Análise, Operações e Informações do DOPS.

Relatório
Relatório produzido pelo Comitê de Solidariedade aos Presos Políticos do Brasil em 02/73. Denuncia mortes de presos políticos aos Bispos do Brasil. Documento apreendido pelo DOPS em poder de Ronaldo Mouth Queiroz.

Laudo de exame de corpo delito
Laudo de exame do IML/SP, para o DELPOL do Guarujá, de 08/12/70, realizado por Aloysio Fernandes e Décio Brandão Camargo. Indica o nome Eduardo Leite - vulgo "Bacuri".

Certidão de óbito
Documento do Registro Civil das Pessoas Naturais, do 1º Subdistrito da Sé, em São Paulo, SP, de 08/07/96, registrando óbito lavrado nos termos da Lei 9140/95.

Interrogatório
Depoimento de um preso político à Segunda Auditoria da Marinha, em 27/05/71. Declara que em 1969 passou a integrar o Comando Nacional da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares) visando desenvolver reivindicações da classe trabalhadora e mobilizações para a instituição do socialismo; que sofreu coações e torturas por dois meses no DOI-CODI e na Polícia do Exército (PE); e que estranha o fato de Carlos Alberto Soares de Freitas, também integrante do Comando Nacional daquela organização, não estar presente, pois receia que tenha tido o mesmo fim de Chael Charles Schreier, João Lucas Alves, Eduardo Collen Leite, entre outros.

Interrogatório
Parte do auto de qualificação e interrogatório de preso político, na Delegacia Especializada de Ordem Social, sem data, mas com carimbo do DOPS de 23/06/69. A partir de um álbum de fotografias reconheceu, entre outros, Carlos Lamarca, Onofre Pinto, Hamilton Fernando Cunha, Marco Antônio Brás de Carvalho, Yoshitane Fujimori, Eduardo Leite e Antônio Raymundo Lucena.

Interrogatório
Parte de interrogatório de Onofre Pinto, na Delegacia Especializada de Ordem Social, sem data, com carimbo do DOPS de 23/06/69.

Interrogatório
Transcrição do interrogatório de Ladislas Dowbor, na Delegacia Especializada de Ordem Social, incompleto, sem data. Cita vários militantes mortos: Eduardo Leite, o Bacuri; José Raimundo da Costa; Hamilton Fernando da Cunha; Onofre Pinto e Gerson Teodoro de Oliveira.

Mandado de prisão
Mandado de prisão preventiva, de 16/11/70, do juiz José Paulo Paiva ao Delegado Titular da Divisão de Capturas e Pessoas Desaparecidas, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), de São Paulo, de Eduardo Leite, Devanir José de Carvalho e Wilson Conceição Pinto.

Ofício
Documento do II Exército ao DEOPS/SP, de 16/10/70, com o fim de apresentar Eduardo Leite (Bacuri), preso no Rio de Janeiro. Informa que, em 1967, Eduardo Leite ingressou na Política Operária (POLOP). Com a fusão da POLOP com o Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR), originando a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), militou nesta organização até 08/69, quando fundou a Resistência Democrática (REDE), da qual era chefe. Após o desmantelamento da REDE, ocorrido pouco antes deste ofício, "Bacuri" incorporou-se à Ação Libertadora Nacional (ALN). Cita as ações políticas praticadas por Eduardo Leite junto a cada uma das organizações em que atuou, em muitas delas com Devanir José de Carvalho. O documento possui o carimbo do DOPS e está assinado por Carlos Alberto Brilhante Ulstra, chefe do Destacamento de Operações e Informações (DOI).

Ofício
Documento encaminhado pelo Ministério da Aeronáutica a diversos órgãos da repressão, em 27/08/70 e 06/10/70. Consta que Eduardo Leite teria comandado a ação de seqüestro do Embaixador da Alemanha, Von Holleben. No termo de declarações, datado de 24/08/70, no Rio de Janeiro, Guanabara, de Eduardo Leite, preso pelo Centro de Informações da Marinha (CENIMAR), este teria contado sua trajetória por organizações de esquerda e as suas funções na Ação Libertadora Nacional (ALN). Segundo as palavras do documento, devido às quedas da maioria da cúpula da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), chegaram à conclusão de que deveriam organizar uma ação de seqüestro de um embaixador com fins de libertar algumas pessoas mais importantes da VPR e incluir algumas da ALN. Em função disto, teria conhecido militantes da VPR como Gerson Theodoro da Silva (provavelmente refere-se a Gerson Theodoro de Oliveira) e José Milton Barbosa, ambos tendo participado da ação. Descreve a ação que contou com nove ativistas que abordaram o Embaixador no carro em que era conduzido. Cita que teria recebido uma lista com 39 nomes elaborada em reunião havida em São Paulo, com a participação de Carlos Lamarca e Joaquim Câmara Ferreira, da qual teria tirado um nome e inserido dois outros. Informa também que teria preparado mensagens em código que foram transmitidas pela Rádio Eldorado, em São Paulo e pela Rádio Nacional, no Rio.

Ofício
Documento do II Exército a diversos órgãos da repressão, de 27/10/70, encaminhando a grade de presos de 12 e 13/10/70 e os resumos de declarações prestadas no DOI-CODI, as quais seguem em anexo.

Ofício
Informação do IV Exército ao DOPS, divulgando um telegrama do Comando da Marinha do Rio de Janeiro. Neste, consta que Joaquim Câmara Ferreira tentou resistir à voz de prisão, iniciando luta corporal com os policiais, durante a qual sofreu um ataque cardíaco, vindo a falecer a caminho de socorro. O preso Eduardo Leite, que foi levado ao local para indicar quem era Joaquim, aproveitou-se da confusão, e, auxiliado por dois comparsas de Joaquim, conseguiu escapar, estando foragido.

Certidão
Documento da Comissão Especial para reconhecimento de desaparecidos políticos, criada pela Lei 9140/95, reconhecendo Eduardo Leite, em 18/01/96.

Parte de livro
Teles, Janaína (org.). Mortos e desaparecidos políticos: reparação ou impunidade? São Paulo: Humanitas - FFLCH/USP, 2000. p.172-176. Lista de nomes dos presos políticos cujas famílias receberam indenização do governo por este ter assumido a responsabilidade pela morte ou desaparecimento dos mesmos.

Comprovante de pagamento
Protocolo de cartório para requisição de certidão de óbito de Eduardo Collen Leite, de ofício de registro civil de Santos, SP, de 08/01/96.

Comprovante de pagamento
Recibo do Cemitério de Areia Branca, Santos, SP, pelo sepultamento de Eduardo Collen Leite, de 09/12/75.


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